Agronegócio
Mercado de suínos encerra terça-feira (04) com cotações mistas
O mercado de suínos encerrou esta terça-feira (04) com cotações mistas e altas. Em São Paulo, por exemplo, a arroba do suíno CIF subiu entre 1,67% e 2,46%, fechando em R$ 122,00/R$ 128,00, enquanto a carcaça especial registrou alta de 2,22%/2,13%, custando R$ 9,20/kg/R$ 9,60/kg, segundo a Scot Consultoria.
Já para o animal vivo, conforme análise do Cepea, os valores têm registrado recuos no mercado independente devido ao enfraquecimento da demanda, tendo em vista a retração do poder de compra do consumidor final, comum neste fim de mês. Dessa forma, em São Paulo, houve queda de 0,60% na cotação do suíno vivo, passando a custar R$ 6,65/kg.
Em Santa Catarina, o preço do animal vivo também registrou baixa, com queda de 0,32%, valendo R$ 6,21/kg. Em contrapartida, em Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do sul o preço do suíno vivo subiram, com alta de 1,68%, passando para R$ 6,64/kg, aumento de 1,63%, chegando em R$ 6,22/kg, e de 0,78%, fechando em R$ 6,42/kg, respectivamente.
Fonte: AgroPlus
Agronegócio
Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro
A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.
A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.
Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.
A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.
A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.
A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.
Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.
O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.
A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.
Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.
A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.
Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.
Você lê a versão em português clicando aqui.
You can read the English version by clicking here.
Fonte: Pensar Agro
-
Polícia2 dias agoMulher é encontrada morta em condomínio no Morada do Ouro
-
Política MT1 dia ago“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal
-
Política MT4 dias agoPivetta mostra futura estação do BRT: “Climatização, ambiente, dignidade”
-
Política MT4 dias agoMárcia Pinheiro, ex-primeira-dama de Cuiabá, sofre AVC e passa por cirurgia
-
Cidades4 dias agoDenúncias em Cuiabá e Várzea Grande envolvem cães vítimas de maus-tratos
-
Agronegócio4 dias agoTrabalho começa na oficina e no mapa da lavoura para evitar desperdícios
-
Cuiabá2 dias agoPrefeitura de Cuiabá promove Fórum de Formação Esportiva das Capitais 2026
-
Brasil2 dias agoSTJ mantém pena de empresária condenada por perseguir adolescente em Cuiabá