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Sindspen MT se reúne com OAB-MT para tratar do efetivo nas unidades prisionais

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Preocupado com o baixo efetivo de policiais penais lotados no Centro de Ressocialização Ahmenon Lemos Dantas, localizado em Várzea Grande, o Sindicato dos Servidores Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen-MT), se reuniu na tarde desta quinta-feira (04), com as Comissões da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) de Direitos Humanos, Direito Penal e de Direito Carcerário, para expor o atual cenário na unidade.

O presidente do sindicato, acompanhado da assessoria jurídica, reivindicou a melhoria no efetivo dos presídios de Mato Grosso, que pelo baixo efetivo prejudica os atendimentos nas unidades. Segundo o Sindspen MT, o baixo efetivo e a falta de estrutura dentro das unidades sobrecarregam os policiais penais e tem causado aumento no número de afastamentos por motivos de saúde física e metal. “No Ahmenon a situação beira o caos.

O baixo número de policiais penais no plantão causa uma série de transtornos na rotina dos servidores e pode levar a um problema muito mais grave. Viemos buscar o apoio da OAB-MT, que é uma instituição forte que sempre apoia as bandeiras de melhorias para que o sistema de justiça funcione melhor, queremos somar forças para que nossa reivindicação seja compreendida e atendida pelo governo do como fazer uma loja virtual, Estado”, afirmou o presidente do SINDSPEN, Amaury Benedito.

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O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Flávio Ferreira, conta que por diversas vezes, a Comissão foi procurada pelos policiais penais e outros servidores do sistema penitenciário para reclamar sobre o problema. “Eles reclamam de sobrecarga de trabalho, estresse e falta de estrutura. Isso gera violência no trabalho, violência na família e afastamento devido a doenças emocionais, além de outros problemas. Agora, recebemos o presidente do Sindicato, com o mesmo relato e pedindo que nos alinhemos para procurarmos uma saída, junto ao governo do Estado, para que os aprovados em concurso sejam chamados”, pontuou.

O defensor público André Rossignolo destacou a importância do trabalho institucional para a resolução dos problemas e desafios que o sistema prisional enfrenta, através do diálogo. “A situação é difícil e unidos temos mais força para buscarmos uma solução”, disse o presidente da Comissão de Direito Carcerário, Maury Borges. Para Leonardo Bernazzolli, presidente da Comissão de Direito Penal, a reivindicação do Sindspen MT é legítima. “A população carcerária é infinitamente superior ao número mínimo de policiais penais que seria necessário para que o sistema funcionasse como deveria. Isso impacta substancialmente na saúde física e mental dos servidores e, consequentemente, na prestação de serviço público.

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“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal

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Parlamentar também comentou a saída de candidatos da disputa estadual e defendeu a manutenção da aliança entre MDB e PL

O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) afirmou que o MDB decidiu não lançar uma chapa para deputado federal nas eleições de 2026 após avaliar que os recursos disponíveis para a disputa seriam insuficientes para estruturar uma candidatura competitiva em Brasília.

Segundo o Parlamentar, a dificuldade também está relacionada ao interesse de políticos que preferem permanecer na disputa estadual. Ele destacou que, atualmente, nenhum deputado estadual do partido com potencial eleitoral decidiu deixar a Assembleia para concorrer à Câmara Federal.

“É uma chapa difícil de se montar, porque a maioria dos políticos quer ficar aqui dentro mesmo. Antigamente os deputados estaduais sempre tinham vários que se candidatavam para federal. Agora não tem”, explicou.

De acordo com o Botelho, diante desse cenário, o MDB optou por concentrar esforços na formação da chapa estadual.

“Entenderam que era melhor desativar essa chapa e concentrar na chapa estadual para fazer quatro ou cinco deputados”, afirmou.

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Questionado se a decisão poderia prejudicar os candidatos que já estavam na disputa estadual, Botelho avaliou que ocorreu o contrário.

“Ajuda porque a chapa estadual ficou mais forte, ampliou a possibilidade em vez de fazer quatro, talvez chegar até cinco”, declarou.

Botelho também comentou a saída da Coronel Vane e de Damiani da chapa estadual. Segundo ele, o partido tentou manter os dois candidatos.

“Nós queríamos que eles ficassem. Nós tentamos de todo jeito”, afirmou.

Sobre Damiani, o deputado disse que existe a possibilidade de uma mudança de decisão e que o partido ainda avalia os procedimentos necessários para que ele volte à disputa.

Questionado sobre possíveis conflitos na composição da chapa estadual, Botelho negou que exista uma crise entre os candidatos, embora tenha reconhecido a existência de reclamações.

“Estremecida nenhuma. Agora reclamação tem, né? Onde que não tem reclamação?”, disse.

Sobre a aliança entre MDB e PL, o deputado rejeitou a avaliação de que a união poderia representar o chamado “beijo da morte”.

“Não, não. Muito pelo contrário”, respondeu.

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Eduardo ainda afirmou que divergências dentro de partidos e alianças fazem parte do processo político e que nem sempre existe unanimidade entre os integrantes.

Segundo o deputado, candidatos que integram a aliança precisam seguir as decisões definidas nas convenções partidárias. Já prefeitos e vereadores que não disputam eleição podem adotar posicionamentos diferentes.

“Nós vamos ficar na aliança, principalmente quem é candidato, obrigatoriamente ele tem que seguir a aliança. Agora quem não é candidato, prefeito, vereador, ele pode até tomar uma posição divergente”, afirmou.

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