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“Preocupante porque está acontecendo uma CPI neste momento”, diz Max Russi sobre ataque hacker na SES

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Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (3), o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, demonstrou forte apreensão com o ataque hacker que atingiu o sistema da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), que veio a público nesta semana. O parlamentar demonstrou preocupação com o momento em que a invasão ocorreu e com a segurança digital de outras áreas estratégicas do Executivo.

“Preocupante porque está acontecendo uma CPI neste momento, com informações que essa comissão precisa, e agora esse hacker invade. É muito alarmante porque, se conseguem invadir a Secretaria de Saúde e apagar tudo, imagine se entrarem na Secretaria de Fazenda. Olha o caos que nós vamos ter”, alertou Russi.

Diante do questionamento sobre a coincidência do ataque ocorrer justamente no período de instalação da CPI da Saúde, Russi afirmou que cabe à própria comissão investigar se há alguma correlação, embora, pessoalmente, acredite que ela não exista. “Respeito a posição do deputado Wilson Santos (PSD), e acho que a CPI precisa levantar isso. Mas o fato é que o Estado precisa ter backup dessas informações”, pontuou. O presidente da Casa de Leis garantiu ainda que a possível falta de dados digitais não vai travar as investigações.

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Cobrança – Max Russi cobrou um posicionamento mais firme do governo do estado na proteção de dados digitais e defendeu investimentos robustos em segurança cibernética. Ele lembrou que Mato Grosso possui uma empresa pública de tecnologia da informação (MTI) com profissionais qualificados que precisam de respaldo para blindar o estado.

Como exemplo de gestão preventiva, o deputado destacou que a Assembleia Legislativa mantém uma estrutura sólida e descentralizada para evitar apagões de dados. “O governo tem que investir em tecnologia, nós temos uma empresa pública do estado, que tem bons profissionais lá, e nós não podemos aceitar isso. A ALMT está preparada para esse tipo de problema, com backups mantidos em outros locais para evitar a perda de dados em incidentes”, explicou.

O parlamentar finalizou reforçando o impacto social da vulnerabilidade digital. “Nós vamos acompanhar isso de perto, ver esse desdobramento e entender como minimizar a situação. São muitas informações em jogo. Preocupa bastante, porque o estado possui outras secretarias que, se perderem seus bancos de dados, vão impactar diretamente o dia a dia e a vida do cidadão mato-grossense”, concluiu.

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Fonte: ALMT – MT

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Presidente da ALMT critica abandono de área disputada e promete levar batalha territorial com o Pará até o STF; VEJA VÍDEO

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Russi diz que Estado continuará defendendo no STF uma área de cerca de 22 mil km² localizada na divisa entre os dois estados

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), afirmou que o Parlamento mato-grossense seguirá defendendo a incorporação de uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados atualmente disputada entre Mato Grosso e o Pará.

A declaração foi dada em meio à ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) para definir os limites territoriais entre os dois estados. Segundo Russi, independentemente da participação do Governo de Mato Grosso, a Assembleia continuará atuando na defesa da área reivindicada.

“Independente da participação do Governo ou não, a Assembleia vai até as últimas possibilidades. Nós temos dia 10 uma reunião em Brasília e a nossa Procuradoria tem sido muito eficiente”, afirmou.

De acordo com o parlamentar, a reivindicação de Mato Grosso está baseada em uma demarcação realizada em 1922 pelo Marechal Cândido Rondon. A região em disputa envolve áreas dos municípios paraenses de Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

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Max Russi argumenta que a população da região mantém forte vínculo com Mato Grosso e depende dos serviços oferecidos pelo estado, especialmente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.

“Não é uma luta fácil. É uma luta justa. Nós estamos defendendo o que de direito é de Mato Grosso, demarcado lá em 1922. Nós estamos defendendo aquela população que procura saúde, educação e não recebe estradas”, declarou.

O deputado também afirmou que a discussão não deve se limitar à questão territorial, mas considerar a realidade dos moradores da região.

“Nós temos condições de avançar nessa pauta. Nós queremos que a população ali seja ouvida porque, ao final de tudo, o que importa não é um palmo a mais ou a menos de terra. O que importa são as pessoas”, disse.

A área reivindicada por Mato Grosso possui extensão semelhante ao território do estado de Sergipe e tem sido alvo de divergências entre os governos estaduais.

Ao comentar a posição da governadora do Pará, Hana Ghassan (MDB), que declarou não admitir a perda de nenhuma parcela do território paraense, Russi afirmou que o governo vizinho prioriza a arrecadação, mas não realiza os investimentos necessários na região em disputa.

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“A governadora está pensando na terra e na arrecadação. Eles não cuidam daquela parte do Pará. Pegam receitas e recursos e investem em outras regiões do estado”, criticou.

A Assembleia Legislativa acompanha o processo judicial e participará de uma reunião em Brasília no próximo dia 10 para discutir os próximos passos da disputa territorial que será analisada pelo STF.

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