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RACHA NO PL

Prefeito de Rondonópolis ignora candidato do próprio partido e fecha com Pivetta para 2026

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Cláudio Ferreira alegou que prioriza parcerias que dão resultado para a cidade e elogiou investimentos do Estado na saúde e infraestrutura local

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), decidiu chutar o balde partidário e declarou apoio à pré-candidatura ao governo de Otaviano Pivetta (Republicanos). O movimento isola o senador Wellington Fagundes, que é do mesmo partido do prefeito (PL) e também quer disputar o Palácio Paiaguás.

A declaração foi feita durante um evento em Rondonópolis, onde Pivetta anunciava novos investimentos. Ferreira deixou claro que não vai seguir ordens da sigla: “Eu já tomei uma decisão: fico do lado de quem está do lado de Rondonópolis. Se isso vai me custar uma reeleição, não estou preocupado”, disparou.

O prefeito justificou o apoio elogiando o estilo de Pivetta, a quem chamou de “governador do fazimento” e que não perde tempo com politicagem. O principal motivo da aliança foi o retorno financeiro que o Estado deu para a cidade, especialmente na saúde.

Segundo Cláudio, o governo estadual turbinou os repasses para o setor na região, injetando R$ 160 milhões a mais por ano — fazendo o contrato saltar de R$ 90 milhões para mais de R$ 260 milhões.

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Wellington Fagundes não perdeu apenas o prefeito de seu partido. No mesmo evento, o presidente da Câmara de Rondonópolis, vereador Paulo Schuh (também do PL), seguiu o prefeito e declarou apoio a Pivetta.

Emocionado com a promessa de asfalto para o bairro Sagrada Família, o chefe do Legislativo municipal foi direto: “Aqui o senhor tem um soldado e um cabo eleitoral que vai estar pedindo voto para o senhor”.

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Política MT

Site da ALMT reúne informações que podem inspirar pautas para o II Prêmio de Jornalismo

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Quem pretende participar do II Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento pode utilizar os canais oficiais da ALMT como fontes de pesquisa e inspiração para a produção de reportagens. Além da TV e da Rádio Assembleia, o portal da instituição reúne projetos em tramitação, legislação, atas de sessões e audiências públicas, Ordem do Dia, Diário Oficial Eletrônico e Portal da Transparência.

Com o tema “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”, a segunda edição busca estimular produções que mostrem como a atuação do Legislativo repercute na vida dos mato-grossenses. Os três melhores trabalhos de cada uma das cinco categorias receberão R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, além de troféus para os primeiros colocados e placas de homenagem para os demais premiados.

O secretário parlamentar da Mesa Diretora da ALMT, Eduardo Lustosa, destaca que os jornalistas podem utilizar o portal desde o início da apuração. Projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, requerimentos, indicações e outras proposições podem reunir, além do texto, justificativas, pareceres, emendas e o histórico de tramitação.

“Quando um deputado protocola um projeto, ele já fez, na justificativa, um diagnóstico com dados, referência a casos concretos e, muitas vezes, com a origem da demanda”, explica. Para Lustosa, acompanhar uma proposição desde o protocolo permite identificar uma pauta antes de sua votação.

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O menu Parlamento também reúne atas de sessões plenárias e de audiências públicas, informações sobre as proposições apresentadas e votadas em plenário, além da Ordem do Dia. Esses documentos permitem consultar registros de debates, declarações, dados e manifestações de diferentes segmentos da sociedade. “Quem lê uma ata de audiência sai com uma pauta e com pelo menos três entrevistados possíveis”, afirma o servidor.

A legislação estadual pode ser pesquisada por palavras ou expressões e por filtros como tipo de norma, ano, autor e assunto. O recurso permite localizar leis e ampliar a apuração sobre determinado tema, inclusive para verificar se uma norma está em vigor, se foi regulamentada e como vem sendo aplicada.

Outras fontes disponíveis são o Diário Oficial Eletrônico e o Portal da Transparência, com dados sobre atos administrativos, orçamento, contratos, folha de pagamento e outros dados de gestão. Quando uma informação não está publicada, o jornalista pode recorrer ao e-SIC e à Ouvidoria.

Para Lustosa, o acesso a documentos oficiais fortalece o jornalismo e contribui para o controle social. “O jornalista é o mediador entre a norma e a pessoa afetada por ela e cumpre uma função de controle social que nenhuma assessoria institucional pode substituir”, afirma.

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Na primeira edição do prêmio, foram inscritos 293 trabalhos de 19 municípios mato-grossenses. Nesta segunda edição, a avaliação será feita por profissionais de comunicação com atuação em veículos e instituições de alcance nacional, entre eles representantes da TV Câmara, TV Senado, Rádio Câmara, União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Para o secretário adjunto de Comunicação da ALMT, José Marques, o prêmio também representa um incentivo à produção jornalística de qualidade. “Queremos estimular os profissionais a olhar para o Parlamento para além da notícia do dia, buscar boas histórias e mostrar, com informação e apuração, como o trabalho legislativo interfere na vida da população. O reconhecimento é uma forma de valorizar quem transforma a atuação parlamentar em informação para a sociedade”, afirmou.

Com prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil em cada categoria, o II Prêmio ALMT de Jornalismo está aberto a profissionais e estudantes que tenham uma boa história para contar. As inscrições seguem até 9 de novembro.

Fonte: ALMT – MT

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