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Ilde Taques pede informações de contrato entre Cuiabá e CS Mobi e defende rompimento do acordo

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O vereador Ilde Taques (PSB) apresentou um pedido de informações acerca do contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a CS Mobi, responsável pelo estacionamento rotativo na região central da cidade e pelas obras do Mercado Municipal Miguel Sutil. Em pronunciamento realizado na sessão desta terça-feira (06.05), o parlamentar classificou o contrato, firmado na gestão passada, como prejudicial e defendeu o seu rompimento.

“O contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a CS Mobi prevê, por exemplo, a revitalização de diversas ruas da região central. Queremos saber quais são essas vias, quais são as obras que já foram realizadas, quais ainda serão e quando”, ressaltou o vereador.

Ilde destacou que o atual modelo de cobrança do estacionamento rotativo penaliza a população, que paga para estacionar na rua e não tem nenhum tipo de proteção. “Se um veículo estacionado nestas vagas administradas da CS Mobi é roubado ou danificado, a quem o motorista pode recorrer para ser ressarcido? A ninguém. Este contrato é ridículo”, disparou.

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A situação do Mercado Municipal Miguel Sutil também merece uma atenção especial do Poder Público, pontuou o vereador. Isso porque os valores que a CS Mobi pretende cobrar dos permissionários que tinham comércio no mercado vai inviabilizar o retorno destes empresários ao prédio. “Queremos saber exatamente quais os planos da empresa para estas pessoas e isso também está no nosso pedido.”

Taques lembrou que um dos compromissos de campanha do prefeito Abílio Brunini (PL) é o rompimento do contrato firmado com a CS Mobi e que a medida será apoiada por ele e pela população. “Tenho a certeza de que o prefeito vai encontrar uma solução para romper este contrato que não passe pelo pagamento de uma multa milionária. Abílio tem cumprido todos os compromissos apresentados na campanha e com este não será diferente.”

Atualmente, o contrato da CS Mobi com o município é alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara Municipal de Cuiabá e presidida pelo vereador Ranalli (PL). Ao final do seu discurso, Ilde se colocou à disposição para auxiliar os trabalhos da comissão.

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Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Moretti afirma que não disputará Governo e critica falta de diálogo do PL

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Prefeita de Várzea Grande diz que não pretende deixar o PL, mas reclama de falta de espaço nas decisões partidárias e sinaliza distância da campanha de Wellington Fagundes

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que não será candidata ao Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026 e evitou comentar decisões relacionadas à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Palácio Paiaguás.

Durante entrevista, Flávia deixou claro que não pretende interferir nas escolhas envolvendo a disputa majoritária e disse que prefere aguardar a definição das chapas e a homologação das candidaturas antes de se posicionar sobre o cenário eleitoral.

“Eu não sou candidata a governo, é o Wellington. Quem tem que achar é o partido e o candidato”, declarou.

A prefeita também revelou insatisfação com a condução política do PL em Mato Grosso. Segundo ela, faltou diálogo com sua administração e com sua liderança política em Várzea Grande.

“Faltou diálogo do PL, faltou respeito à Flávia Moretti. E isso me deixou muito decepcionada com o PL Mato Grosso”, afirmou.

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Apesar do descontentamento, Flávia disse que não cogita, neste momento, deixar o partido. A prefeita, no entanto, reclamou de estar sendo deixada de fora de decisões que considera importantes para o grupo político.

“Eu não pretendo sair do PL. Não pretendo. Mas estou decepcionada com a falta de diálogo comigo”, declarou.

A prefeita também questionou o espaço que sua atuação política em Várzea Grande ocupa dentro das estratégias estaduais da legenda. Ela afirmou que vem construindo sua base política no município ao lado de vereadores aliados e integrantes de sua equipe de governo.

O distanciamento ficou ainda mais evidente quando Flávia foi questionada sobre a possibilidade de participar de atos de campanha ao lado de Wellington Fagundes caso ele avance em uma composição política que desagrade à prefeita.

A resposta foi direta: “Com quem está andando com Wellington, eu não subo no palanque”.

Flávia evitou, porém, antecipar qualquer consequência eleitoral para Wellington e disse que essa avaliação caberá aos próprios integrantes do PL.

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O posicionamento ocorre em meio às articulações para a formação das chapas que disputarão as eleições de 2026. O cenário político em Mato Grosso ainda passa por negociações entre partidos e grupos que devem definir alianças e candidaturas ao longo do período eleitoral.

A declaração da prefeita também reforça o distanciamento que vem sendo observado entre ela e setores do PL estadual. Apesar das críticas, Flávia mantém a filiação à legenda e afirma que não pretende deixar o partido neste momento.

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