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Estudantes da Unemat em Pontes e Lacerda recebem auxílio transporte

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Os estudantes da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) do Campus Pontes e Lacerda, receberam na noite desta segunda (31) o cartão do auxílio transporte universitário. A solenidade aconteceu no Anfiteatro Joil Antônio e contou com estudantes, corpo administrativo e autoridades locais.

O projeto é fruto de emenda parlamentar do deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), que tem como pauta, o desenvolvimento da Região Oeste de Mato Grosso. Já foram investidos o total de R$ 860 mil reais na iniciativa, o que facilita o acesso à educação no estado.

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A ação pioneira criada em 2024, que oferece R$ 260 mensais aos estudantes para o transporte, já reduziu significativamente o índice de desistências no campus da Universidade. O impacto é em torno de 200 alunos por ano letivo.

“Esse auxílio é essencial para garantir o acesso à educação e permitir que nossos alunos tenham o direito de se profissionalizar e ter um diploma. É um momento de renúncia, e sei que eles vão conseguir”, afirmou Moretto, que garantiu a continuidade do benefício em 2025.

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De acordo com o parlamentar, existem tratativas com a Universidade para a ampliação desse benefício para todos os campi no Estado de Mato Grosso.

“É um desejo meu que todos os estudantes que necessitam deste benefício consigam. Vou lutar para que este projeto siga adiante. Em 2026 provavelmente teremos ampliado para todo Mato Grosso”, destacou o republicano.

Fonte: ALMT – MT

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“A chapa estadual ficou mais forte”, diz Botelho após MDB desistir de disputa federal

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Parlamentar também comentou a saída de candidatos da disputa estadual e defendeu a manutenção da aliança entre MDB e PL

O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) afirmou que o MDB decidiu não lançar uma chapa para deputado federal nas eleições de 2026 após avaliar que os recursos disponíveis para a disputa seriam insuficientes para estruturar uma candidatura competitiva em Brasília.

Segundo o Parlamentar, a dificuldade também está relacionada ao interesse de políticos que preferem permanecer na disputa estadual. Ele destacou que, atualmente, nenhum deputado estadual do partido com potencial eleitoral decidiu deixar a Assembleia para concorrer à Câmara Federal.

“É uma chapa difícil de se montar, porque a maioria dos políticos quer ficar aqui dentro mesmo. Antigamente os deputados estaduais sempre tinham vários que se candidatavam para federal. Agora não tem”, explicou.

De acordo com o Botelho, diante desse cenário, o MDB optou por concentrar esforços na formação da chapa estadual.

“Entenderam que era melhor desativar essa chapa e concentrar na chapa estadual para fazer quatro ou cinco deputados”, afirmou.

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Questionado se a decisão poderia prejudicar os candidatos que já estavam na disputa estadual, Botelho avaliou que ocorreu o contrário.

“Ajuda porque a chapa estadual ficou mais forte, ampliou a possibilidade em vez de fazer quatro, talvez chegar até cinco”, declarou.

Botelho também comentou a saída da Coronel Vane e de Damiani da chapa estadual. Segundo ele, o partido tentou manter os dois candidatos.

“Nós queríamos que eles ficassem. Nós tentamos de todo jeito”, afirmou.

Sobre Damiani, o deputado disse que existe a possibilidade de uma mudança de decisão e que o partido ainda avalia os procedimentos necessários para que ele volte à disputa.

Questionado sobre possíveis conflitos na composição da chapa estadual, Botelho negou que exista uma crise entre os candidatos, embora tenha reconhecido a existência de reclamações.

“Estremecida nenhuma. Agora reclamação tem, né? Onde que não tem reclamação?”, disse.

Sobre a aliança entre MDB e PL, o deputado rejeitou a avaliação de que a união poderia representar o chamado “beijo da morte”.

“Não, não. Muito pelo contrário”, respondeu.

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Eduardo ainda afirmou que divergências dentro de partidos e alianças fazem parte do processo político e que nem sempre existe unanimidade entre os integrantes.

Segundo o deputado, candidatos que integram a aliança precisam seguir as decisões definidas nas convenções partidárias. Já prefeitos e vereadores que não disputam eleição podem adotar posicionamentos diferentes.

“Nós vamos ficar na aliança, principalmente quem é candidato, obrigatoriamente ele tem que seguir a aliança. Agora quem não é candidato, prefeito, vereador, ele pode até tomar uma posição divergente”, afirmou.

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