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COMBATE AO FEMINICÍDIO

“Não há nenhuma ação concreta”, diz Deputada ao cobrar combate ao feminicídio em MT

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Deputada entregou relatório à Assembleia e defendeu mais delegacias, investimentos e políticas públicas para proteger mulheres

A deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT) afirmou que Mato Grosso precisa adotar medidas concretas no enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

A declaração foi feita durante a entrega oficial do relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O documento foi elaborado por um grupo de trabalho liderado pela ex-deputada em exercício Edna Sampaio e reúne diagnósticos sobre falhas na proteção às mulheres, além de sugestões de ações para os governos federal, estadual e municipais.

“Mato Grosso lidera, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios e, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta”, afirmou Eliane.

Segundo a parlamentar, é necessário ampliar a estrutura de atendimento às vítimas de violência, com mais delegacias especializadas, investimentos na Politec e fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção das mulheres.

“Precisamos de recursos, investimentos e fortalecimento dos aparelhos estatais de combate à violência”, declarou.

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Durante o discurso, Eliane também alertou sobre casos de violência sexual e a circulação de listas de “mulheres estupráveis” em universidades. Para ela, o enfrentamento desse tipo de situação passa pela educação e conscientização dentro das escolas e famílias.

“Aquilo que acontece com mulheres, indígenas e negros não pode ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias”, disse a deputada.

A parlamentar ainda destacou que mulheres indígenas também estão entre as vítimas de violência e feminicídio no estado. Segundo ela, a preservação da vida das mulheres deve ser tratada como uma causa coletiva e não partidária.

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Política MT

Projeto de Botelho propõe padronização de lixeiras e coletores em espaços públicos de MT

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Com foco na preservação ambiental, melhoria da limpeza urbana e fortalecimento da coleta seletiva, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) apresentou na sessão plenária da última quarta-feira (6), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 573/26, que estabelece diretrizes técnicas para instalação, distribuição e padronização de lixeiras e coletores de resíduos sólidos em logradouros e espaços públicos de todo o Estado.

A proposta está alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos e busca criar critérios objetivos para a implantação dos equipamentos urbanos, contribuindo para cidades mais limpas, organizadas e sustentáveis. Entre os principais pontos do projeto estão a obrigatoriedade da segregação mínima dos resíduos, instalação estratégica dos coletores em áreas de grande circulação e adoção de materiais resistentes e adequados ao clima tropical mato-grossense.

De acordo com Botelho, o projeto surge como resposta a um problema crescente enfrentado pelos municípios, especialmente diante da expansão urbana acelerada e dos impactos provocados pelo descarte irregular de lixo.

“O objetivo é garantir mais eficiência na coleta seletiva, reduzir impactos ambientais, evitar alagamentos causados pelo entupimento da drenagem urbana e melhorar a qualidade de vida da população. Precisamos avançar em políticas públicas modernas e sustentáveis”, destacou o parlamentar.

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O texto prevê que, em centros comerciais e turísticos, sejam instalados conjuntos de coletores a cada 100 metros lineares de calçada ou um por quadra. Já nas áreas residenciais, a distribuição deverá ocorrer em pontos estratégicos, como esquinas e avenidas principais, respeitando distância máxima de 200 metros entre os equipamentos.

A proposta também determina que os coletores possuam compartimentos específicos para resíduos recicláveis e orgânicos, identificados por cores padronizadas, além de tampa de proteção contra chuva, sistema de drenagem para evitar acúmulo de líquidos e materiais resistentes ao fogo e à corrosão.

Outro ponto importante do projeto é a responsabilidade compartilhada. Grandes geradores de resíduos sólidos, como estabelecimentos comerciais, deverão instalar e manter lixeiras padronizadas em suas calçadas para uso da população. Eventos públicos também precisarão disponibilizar ilhas de separação de resíduos de acordo com o público estimado.

A matéria ainda estabelece incentivos para os municípios que adequarem seus planos de gestão de resíduos sólidos às novas diretrizes, incluindo prioridade no acesso a recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente.

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Na justificativa do projeto, Botelho ressalta que a iniciativa tem caráter estruturante e potencial para gerar benefícios ambientais, sanitários, sociais e econômicos em Mato Grosso.

“A correta destinação dos resíduos sólidos é uma necessidade urgente. Essa proposta fortalece a consciência ambiental, melhora os serviços urbanos e contribui diretamente para a construção de cidades mais sustentáveis e preparadas para o futuro”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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