Política MT
Dra. Mara avança com projeto de lei de proteção das crianças em Cuiabá
Com apenas cinco meses de mandato, a bióloga e advogada Dra. Mara (Podemos) já deixou sua marca na Câmara Municipal de Cuiabá. A vereadora, que está em seu primeiro mandato, conseguiu a aprovação de uma importante lei, demonstrando que sua atuação promete gerar impacto imediato na comunidade.
Nascida no município de Dom Aquino, Eliamara Zeferini de Araújo — mais conhecida como Dra. Mara — é graduada em Biologia, sua primeira paixão, e em Direito. Ingressou na política em 2022 com o objetivo de auxiliar e lutar pelos cidadãos e pelo meio ambiente, promovendo a justiça social por meio de seu trabalho como legisladora. Sua vitória, com mais de três mil votos, marcou um novo capítulo em sua vida, unindo ciência, direito e, agora, política para beneficiar o povo cuiabano.
Dra. Mara também ocupa o cargo de 2ª Secretária da primeira Mesa Diretora 100% feminina de uma capital brasileira, ao lado das vereadoras Paula Calil (PL), Maísa Leão (Republicanos), Michelly Alencar (União Brasil) e Katiuscia Mantelli (PSB). Além disso, preside a Comissão de Meio Ambiente do Legislativo e atua como vice-presidente ou suplente em outras seis comissões.
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Entre as primeiras ações da parlamentar, destaca-se a aprovação da Lei nº 19/2025, que proíbe a exposição de crianças em vias públicas, semáforos, feiras e outros espaços públicos, em situação de abandono, comercializando ou pedindo dinheiro no município de Cuiabá. A lei foi sancionada nesta segunda-feira, 6 de maio, pelo prefeito Abilio Brunini. A medida foi celebrada pela vereadora e bem recebida pelos colegas, refletindo sua promessa de transformar propostas em ações concretas.
“Estou muito feliz com a aprovação dessa lei, tão aguardada há muitos anos. Quero agradecer aos colegas que demonstraram sensibilidade e nos ajudaram na aprovação, e também ao prefeito, que a sancionou ontem. Tinha que ser em uma segunda-feira — meu dia foi abençoado. Essas conquistas são presentes do alto. Agradeço a Deus e à intercessão de Maria na minha vida”, destacou Dra. Mara.
Com sua postura ativa e visão clara, a vereadora já apresentou outros sete projetos de lei e fez mais de trezentas indicações de melhorias para Cuiabá.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Política MT
Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia
O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.
A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.
A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.
“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.
Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.
“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.
Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.
Fonte: ALMT – MT
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