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Paula defende posição dos vereadores, mas quer harmonia com Assembleia:

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“Como presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, manifesto meu profundo respeito à Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso e reafirmo, acima de tudo, o compromisso da nossa Casa com o diálogo institucional, a harmonia entre os poderes e a defesa intransigente da democracia.
A Moção de Repúdio aprovada recentemente por parte dos vereadores desta Câmara, em relação à derrubada de veto sobre a instalação dos chamados mercadinhos em unidades prisionais, reflete a preocupação legítima de representantes eleitos com temas que impactam diretamente nossa capital.
Cuiabá abriga as duas maiores unidades prisionais do estado — a Penitenciária Central e a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto — e, portanto, é natural que a população e seus representantes expressem posicionamentos firmes sobre a gestão e a segurança desses espaços.
Ao mesmo tempo, é preciso esclarecer que essa manifestação parlamentar — como todas nesta Casa — ocorreu dentro dos marcos constitucionais da liberdade de expressão, do debate público e da autonomia do Legislativo municipal.
Não há, por parte da Presidência, qualquer intenção de alimentar conflitos ou disputas políticas com os nobres deputados estaduais, com os quais compartilhamos o objetivo comum de melhorar a vida do povo mato-grossense.
As divergências de opinião são parte essencial da democracia. No entanto, elas devem sempre nos impulsionar à construção de pontes, não de muros. A crítica institucional não deve ser interpretada como ataque, tampouco como desrespeito. Pelo contrário: deve ser vista como exercício da cidadania e da representatividade política.
Reafirmo que esta Presidência segue aberta ao diálogo, com serenidade e responsabilidade. Valorizamos o papel da Assembleia Legislativa e confiamos na maturidade de seus integrantes para que, juntos, possamos manter o respeito mútuo entre os parlamentos e construir soluções conjuntas para os desafios que enfrentamos — inclusive no que se refere à gestão do sistema penitenciário.
Cuiabá precisa de união, de trabalho e de responsabilidade. E é nessa direção que a Câmara Municipal seguirá atuando.”

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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