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Polícia

PRF recupera Toyota Corolla Cross roubado durante fiscalização em Pedra Preta

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na tarde desta segunda-feira (25), um veículo com registro de roubo durante fiscalização realizada no município de Pedra Preta (MT). Durante ações de policiamento na região, a equipe policial identificou um automóvel com características suspeitas e realizou o procedimento de abordagem após bloqueio viário. Na verificação veicular, os policiais constataram indícios de adulteração nos elementos identificadores do veículo. Após consultas aos sistemas, foi confirmado que o automóvel original possuía registro de roubo no estado do Rio de Janeiro, ocorrido em abril deste ano. Durante a fiscalização, o condutor informou que havia recebido o veículo em São Paulo e que realizaria o deslocamento até Cuiabá (MT). Ele não apresentou documentação do automóvel no momento da abordagem. Diante dos fatos, o condutor e o veículo foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Pedra Preta (MT) para os procedimentos legais cabíveis. A Polícia Rodoviária Federal reforça que a fiscalização e a identificação veicular são ferramentas fundamentais no enfrentamento aos crimes patrimoniais, fraudes veiculares e circulação de veículos roubados ou adulterados nas rodovias federais.

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Fonte: PRF – MT

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Morte de arquiteta após parto expõe suspeita de corrupção, propina e irregularidades em hospital público de MT

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Investigação da Polícia Civil aponta suspeita de propina, fraudes em contratos e desvio de recursos na gestão do Hospital Municipal de Campo Novo do Parecis; operação cumpre 20 ordens judiciais em MT e SP

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (26), a Operação Silêncio Comprado para investigar um suposto esquema de corrupção, pagamento de propina e irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

A investigação foi desencadeada após a morte da arquiteta e urbanista Larissa Pompermayer Ramos, de 29 anos, ocorrida após complicações no parto realizado na unidade hospitalar. O caso, que gerou grande repercussão no Estado, passou a ser apurado sob suspeita de falhas na prestação de serviços e possível má gestão de recursos públicos.

Segundo a Polícia Civil, foram cumpridas 20 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, bloqueio de bens, quebra de sigilos telefônico e telemático, além de medidas cautelares diversas da prisão. As ações ocorrem em municípios de Mato Grosso e também em cidades do estado de São Paulo.

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Após o óbito da paciente, familiares passaram a questionar a estrutura do hospital, a qualidade do atendimento e possíveis irregularidades na administração da unidade. Paralelamente, o caso motivou a abertura de uma CPI para apurar a gestão hospitalar.

De acordo com as investigações, há indícios de pagamentos indevidos, emissão de notas fiscais falsas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos e possíveis desvios de verbas públicas.

A apuração também investiga uma possível tentativa de interferência nos trabalhos da CPI por meio de oferecimento de vantagens indevidas.

A Polícia Civil ressaltou que o objetivo da operação é aprofundar a coleta de provas, identificar todos os envolvidos e esclarecer a extensão das irregularidades dentro da gestão hospitalar.

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