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Etapa Guaporé abre o FETRAN 2026 em Mato Grosso com 32 espetáculos teatrais em Pontes e Lacerda

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Teve início na noite desta segunda-feira (25), no Centro Cultural José Odir Leite Ribeiro, em Pontes e Lacerda (MT), a Etapa Guaporé do Festival Estudantil Temático Teatro para o Trânsito (FETRAN 2026). A programação marca oficialmente a abertura da 21ª edição do projeto em Mato Grosso. Promovido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, o FETRAN é reconhecido nacionalmente como uma das maiores iniciativas estudantis de educação para o trânsito do país. O projeto utiliza o teatro como ferramenta pedagógica para estimular a reflexão sobre cidadania, segurança viária, responsabilidade coletiva e valorização da vida. Nesta etapa, serão apresentados 32 espetáculos teatrais, com a participação de estudantes das redes pública e privada de ensino. As apresentações mobilizam crianças, adolescentes, professores e comunidades escolares em torno de mensagens voltadas à construção de um trânsito mais seguro e humano. A cerimônia de abertura reuniu representantes da PRF, do poder público municipal, do Judiciário, do Ministério Público, das forças de segurança, da educação e de instituições parceiras. Entre as autoridades presentes estiveram o Superintendente da PRF em Mato Grosso, Arthur Nogueira; o Prefeito de Pontes e Lacerda, Jackson Base; a Presidente da Câmara Municipal de Pontes e Lacerda, Marta Lacerda; o Prefeito de Sapezal, Claudio Scariot; a Promotora de Justiça Dra. Mariana; a juíza de Direito Dra. Djéssica e o chefe da 4ª Delegacia da PRF, Noel Monteiro; e o coordenador da Etapa Guaporé do FETRAN, PRF Ailton Antonio. Também participaram da abertura representantes das forças de segurança e de instituições regionais, entre eles o Coronel Wesmensandro, Comandante do 12º Comando Regional da Polícia Militar; o Major Pamplona, comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar; o Tenente Mendes, Comandante da 2ª Companhia de Bombeiros Militar de Pontes e Lacerda; o delegado Dr. Gabriel, da Polícia Civil de Pontes e Lacerda; além de representantes das áreas de educação, cultura, trânsito e ensino superior da região. Mais do que uma mostra artística, o FETRAN promove o protagonismo estudantil, fortalece a educação cidadã e aproxima escola, comunidade e instituições públicas. Por meio da linguagem teatral, o festival estimula habilidades como comunicação, criatividade, trabalho em equipe, expressão oral e consciência coletiva. Em 2026, o FETRAN chega à sua 21ª edição consolidado como referência em educação para o trânsito no Brasil. FETRAN 2026: Há mais de 20 anos transformando palcos em conscientização para as ruas.

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Fonte: PRF – MT

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Morte de arquiteta após parto expõe suspeita de corrupção, propina e irregularidades em hospital público de MT

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Investigação da Polícia Civil aponta suspeita de propina, fraudes em contratos e desvio de recursos na gestão do Hospital Municipal de Campo Novo do Parecis; operação cumpre 20 ordens judiciais em MT e SP

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (26), a Operação Silêncio Comprado para investigar um suposto esquema de corrupção, pagamento de propina e irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

A investigação foi desencadeada após a morte da arquiteta e urbanista Larissa Pompermayer Ramos, de 29 anos, ocorrida após complicações no parto realizado na unidade hospitalar. O caso, que gerou grande repercussão no Estado, passou a ser apurado sob suspeita de falhas na prestação de serviços e possível má gestão de recursos públicos.

Segundo a Polícia Civil, foram cumpridas 20 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, bloqueio de bens, quebra de sigilos telefônico e telemático, além de medidas cautelares diversas da prisão. As ações ocorrem em municípios de Mato Grosso e também em cidades do estado de São Paulo.

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Após o óbito da paciente, familiares passaram a questionar a estrutura do hospital, a qualidade do atendimento e possíveis irregularidades na administração da unidade. Paralelamente, o caso motivou a abertura de uma CPI para apurar a gestão hospitalar.

De acordo com as investigações, há indícios de pagamentos indevidos, emissão de notas fiscais falsas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos e possíveis desvios de verbas públicas.

A apuração também investiga uma possível tentativa de interferência nos trabalhos da CPI por meio de oferecimento de vantagens indevidas.

A Polícia Civil ressaltou que o objetivo da operação é aprofundar a coleta de provas, identificar todos os envolvidos e esclarecer a extensão das irregularidades dentro da gestão hospitalar.

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