Polícia
Polícia Civil prende casal condenado a seis anos e seis meses de prisão por tráfico de drogas
A polícia civil cumpriu, nessa segunda-feira (25.05), em Campinápolis, dois mandados de prisão contra um casal condenado por tráfico de drogas.
As ordens de prisão foram expedidas pelo Juízo da Comarca de Campinápolis, após o casal ser condenado a pena de seis anos e seis meses de reclusão.
Após diligências e trocas de informações com o Núcleo de Inteligência de Água Boa, o casal foi localizado pela equipe da Delegacia de Campinápolis na zona rural da cidade, onde foi realizada uma abordagem padrão.
Os dois foram informados sobre os mandados de prisão e posteriormente conduzidos até a Delegacia da Polícia Civil.
A prisão integra os trabalhos da operação Narke, coordenada pelo Ministério da Justiça para ações de combate ao tráfico de drogas em todo Brasil.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Morte de arquiteta após parto expõe suspeita de corrupção, propina e irregularidades em hospital público de MT
Investigação da Polícia Civil aponta suspeita de propina, fraudes em contratos e desvio de recursos na gestão do Hospital Municipal de Campo Novo do Parecis; operação cumpre 20 ordens judiciais em MT e SP
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (26), a Operação Silêncio Comprado para investigar um suposto esquema de corrupção, pagamento de propina e irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.
A investigação foi desencadeada após a morte da arquiteta e urbanista Larissa Pompermayer Ramos, de 29 anos, ocorrida após complicações no parto realizado na unidade hospitalar. O caso, que gerou grande repercussão no Estado, passou a ser apurado sob suspeita de falhas na prestação de serviços e possível má gestão de recursos públicos.
Segundo a Polícia Civil, foram cumpridas 20 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, bloqueio de bens, quebra de sigilos telefônico e telemático, além de medidas cautelares diversas da prisão. As ações ocorrem em municípios de Mato Grosso e também em cidades do estado de São Paulo.
Após o óbito da paciente, familiares passaram a questionar a estrutura do hospital, a qualidade do atendimento e possíveis irregularidades na administração da unidade. Paralelamente, o caso motivou a abertura de uma CPI para apurar a gestão hospitalar.
De acordo com as investigações, há indícios de pagamentos indevidos, emissão de notas fiscais falsas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos e possíveis desvios de verbas públicas.
A apuração também investiga uma possível tentativa de interferência nos trabalhos da CPI por meio de oferecimento de vantagens indevidas.
A Polícia Civil ressaltou que o objetivo da operação é aprofundar a coleta de provas, identificar todos os envolvidos e esclarecer a extensão das irregularidades dentro da gestão hospitalar.
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