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Tribunal de Justiça de MT

Corregedor e juiz auxiliar recebem título de cidadão honorário de Peixoto de Azevedo

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O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, recebeu o título de cidadão honorário de Peixoto de Azevedo em razão dos serviços prestados para o município e região. O título foi entregue segunda-feira (05), no gabinete da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), pela vereadora do município Eliege Krul.
 
Entre os trabalhos que levaram a essa homenagem está a instalação do cartório do 2º Ofício em União do Norte, um dos maiores distritos mato-grossense pertencentes ao município de Peixoto de Azevedo, que fica a 691 km ao norte de Cuiabá. A unidade foi inaugurada pelo corregedor em maio de 2023 e passou a oferecer serviços como: escrituras públicas, permutas, pactos antenupciais, procurações, divórcios, inventários, atas notórias, entre outros.
 
À época o corregedor destacou que aquele era um momento histórico para a região, que beneficiaria muitas famílias. “Aqui existe a viabilidade econômica e social para a instalação. Antigamente a população precisava andar 200 quilômetros para fazer qualquer tipo de serviço cartorário, hoje isso acabou. Esse é o papel do Poder Judiciário, levar cidadania, dignidade, ao passo em que atende a todos de forma justa e com excelência”, declarou.
 
O corregedor agradeceu a homenagem e parabenizou o trabalho que a vereadora vem desempenhando em prol dos cidadãos de Peixoto e arredores. “Nós reconhecemos a importância desse cartório para o povo, traz mais dignidade e progresso a essa região tão pujante. Também quero falar da minha gratidão a parlamentar e a todos os vereadores da Câmara, isso só aumenta a responsabilidade de trabalharmos por este povo ordeiro de Mato Grosso e, em especial, de União do Norte e Peixoto de Azevedo”, disse.
 
Além do corregedor-geral, o juiz auxiliar da CGJ-TJMT, Eduardo Calmon, também foi agraciado com o título. “Agradeço a vereadora por todo empenho e pela facilitação da instalação da serventia extrajudicial, com o objetivo de atender a população. Sinto-me honrado pela homenagem”, declarou Calmon.
 
“É uma alegria poder homenagear os senhores pelo grande feito que este Tribunal realizou. A instalação do cartório do 2º Ofício é uma realização deste Tribunal em benefício da população de Peixoto e região. Essa honraria é um reconhecimento ao trabalho dos senhores, é a primeira vez que a Câmara Municipal de Peixoto de Azevedo está contemplando o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso. Sintam-se abraçados e acolhidos pela população”, argumentou a vereadora.
 
Localizado a cerca a de 100 quilômetros de Peixoto de Azevedo, o Distrito de União do Norte é resultante do maior assentamento da América Latina e atualmente conta com mais de 12 mil habitantes, segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto colorida. Corregedor, vereadora Eliege e o juiz auxiliar Eduardo Calmon posam com as honrarias. Eles estão em pé. Ao fundo bandeiras de Mato Grosso, Cuiabá e do Poder Judiciário.
 
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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