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Tribunal de Justiça de MT

Advogados podem se inscrever para atuar como dativos em Arenápolis

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A Comarca de Arenápolis abriu inscrições para advogados interessados em atuar como defensores dativos em processos cíveis e criminais. O cadastramento é gratuito e deve ser feito de 2 a 30 de março de 2026, exclusivamente pelo e-mail [email protected], mediante envio do formulário previsto no edital e da documentação exigida. Podem participar profissionais regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que tenham disponibilidade para atuação presencial quando necessário.

O objetivo do edital é formar cadastro único de advogados habilitados para nomeação na comarca, especialmente em casos envolvendo partes hipossuficientes. A atuação poderá ocorrer em audiências, acompanhamento processual e sessões do Tribunal do Júri, entre outras atividades.

Os interessados poderão optar por até cinco listas de atuação:

Lista A: processos e audiências cíveis;

Lista B: processos e audiências criminais genéricas;

Lista C: audiências de custódia;

Lista D: crimes dolosos contra a vida e julgamentos do Tribunal do Júri;

Lista E: processos de execução penal.

No momento da inscrição, o candidato deverá informar dados pessoais e profissionais, anexar cópia da carteira da OAB e indicar as áreas de interesse. Será aceita apenas uma inscrição por candidato, e não há cobrança de taxa.

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Os advogados nomeados deverão participar presencialmente das audiências, prestar atendimento direto aos assistidos quando solicitado e manter disponibilidade para comparecer ao fórum em até 15 minutos nos casos de nomeação imediata. A remuneração seguirá a tabela da Ordem dos Advogados do Brasil e será paga pelo Estado, conforme a legislação vigente.

As nomeações observarão sistema de rodízio entre os inscritos, respeitando a ordem do cadastro. A inscrição permanecerá válida até a abertura de novo edital.

A publicação está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última quinta-feira (19 de fevereiro), na página 132.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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