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Mato Grosso

Hospital Central completa 100 dias de operação com cerca de 3 mil procedimentos realizados

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Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, o Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, completa 100 dias de operação nesta quarta-feira (29.4).

Ao longo deste período, a unidade já realizou mais de 2.600 consultas em sete especialidades médicas, mais de 15.400 exames de imagens e de análises clínicas, além de 290 cirurgias, dentre elas 11 robóticas.

Desde o início dos serviços do Hospital Central, em 19 de janeiro de 2026, os cuidados de saúde de alta complexidade na unidade estão disponíveis para moradores dos 142 municípios de Mato Grosso. A implantação dos serviços ganha escala a cada mês.

Já em fevereiro, o centro cirúrgico começou a realizar os procedimentos programados. Em março, entraram em operação as UTIs Adulto e Pediátrica. Atualmente, as especialidades ofertadas são cirurgia ortopédica pediátrica, cirurgia pediátrica, urologia, cirurgia do aparelho digestivo, ginecologia, cardiologia e anestesiologia. Ao todo, serão dez especialidades em plena operação em 2026.

Alguns serviços foram ampliados e estão sendo ofertados além do programado. A cardiologia pediátrica encerrou abril com 76 consultas realizadas e cerca de 27 procedimentos invasivos. O atendimento ginecológico foi antecipado de abril para março, com oferta de consultas e exames voltados ao diagnóstico precoce. A neurocirurgia também teve seu início antecipado, passando a absorver casos de altíssima complexidade. Já os primeiros procedimentos invasivos, como cirurgias cardíacas e intervenções de hemodinâmica pediátrica, estão previstos para o primeiro semestre.

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“Ainda que a implantação se dê de forma gradativa, atingimos resultados que superam as expectativas. E o que esperamos é ampliar cada vez mais nossa capacidade, extrapolando as metas”, pontua a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.

Um dos principais feitos foi a realização, pela primeira vez pelo SUS no Estado, de procedimentos cirúrgicos de robótica. Assim que iniciada a operação do centro cirúrgico, ainda em fevereiro, a primeira intervenção de retirada total da próstata para tratamento de câncer foi realizada. Outro procedimento foi realizado em março. Já no último fim de semana, integrantes da equipe do programa de cirurgia robótica do Einstein estiveram em Cuiabá e, junto a outros quatro urologistas do Hospital Central, realizaram o mutirão de prostatectomia em nove pacientes.

O programa de robótica do Einstein já acumula mais de 16 mil procedimentos realizados e mais de mil profissionais capacitados, sendo a principal plataforma de ensino da América Latina na área. Em Cuiabá, essa expertise já começa a ser transferida: 13 profissionais do Hospital Central, entre médicos urologistas, ginecologistas, cirurgiões pediátricos e do aparelho digestivo, além de enfermeiros e técnicos de enfermagem, já passaram pela capacitação. Ao longo do ano, outras especialidades serão contempladas além da urologia.

O quadro de profissionais também é outro fator de expansão gradativa do Hospital Central. A unidade já conta com mais de 1.000 colaboradores, além de um time de 351 médicos de 36 especialidades diferentes. Quase 30% desses especialistas optaram por mudar de Estado pela oportunidade de atuar na unidade. Até a implantação plena, mais de 2 mil profissionais atuarão na unidade.

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“Este é um projeto de parceria entre o Einstein e o Governo do Estado para garantir a entrega a toda população de uma saúde pública eficiente, vocacionada à excelência e com um time grande de talentos. E os primeiros 100 dias do Hospital Central já demonstram que isso é possível”, acrescenta Alessandra Bokor.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statist Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Projeto Hannah é destaque em encontro sobre IA promovido pelo CNJ

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Cinco homens participam de um painel no evento IAJus 2026, no CNJ. Sentados em poltronas beges diante de uma tela de projeção, eles discutem Inteligência Artificial no Judiciário.O Projeto Hannah, desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, foi um dos destaques apresentados no IAJus 2026 – Encontro de Integração em Inteligência Artificial do Judiciário. O evento foi realizado na sexta-feira (24) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Durante o intercâmbio, representantes de tribunais e conselhos de todo o país puderam trocar experiências sobre soluções tecnológicas utilizadas no sistema de justiça brasileiro. O encontro proporcionou debates sobre o desenvolvimento, implementação, sustentabilidade e governança da inteligência artificial.
O engenheiro de IA da Vice-presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Daniel Dock, colaborou na apresentação do sistema e pontuou que a ferramenta é voltada ao apoio técnico no juízo de admissibilidade de recursos especiais.
O projeto Hannah é um sistema de inteligência artificial utilizado pela Vice-presidência do TJMT, que lê e aplica o Mapa de Admissibilidade, formado por 14 critérios. A partir disso, cria uma árvore de sequência para analisar se o recurso atende aos critérios formais necessários.
“Esse sistema foi integralmente desenvolvido pelo TJMT e representa um significativo avanço institucional no exame de admissibilidade desses recursos, especialmente por observar regras, fluxos e parâmetros de governança locais”, enfatizou o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humberto Alves da Silva.
Além do IAJus 2026, o sistema Hannah também já ganhou destaque nacional em outras oportunidades. Em 2025, a iniciativa foi apresentada em encontro promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, a ferramenta do TJMT está sob análise do CNJ para nacionalização e expansão para outros tribunais.
O IAJus 2026 foi promovido via Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário (CNIAJ). O evento reuniu magistrados e magistradas, servidores e servidoras, equipes técnicas dos tribunais e conselhos do Poder Judiciário, áreas de tecnologia da informação, governança, inovação e gestão.
“Apresentar o Projeto Hannah em um evento de abrangência nacional evidencia o reconhecimento de sua relevância para o aprimoramento da eficiência, da racionalidade decisória e da inovação tecnológica no sistema de justiça”, completou Gerardo.
Juízo de admissibilidade
O juízo de admissibilidade é uma etapa essencial no processo judicial (seja em ações ou recursos) em que o juiz ou tribunal verifica se todos os requisitos formais e legais foram cumpridos para que o caso (o mérito) possa ser analisado e julgado, funcionando como um filtro para garantir eficiência e evitar que processos sem fundamento avancem.
Foto: Ana Aracajú/CNJ

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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