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Várzea Grande

Equipes da Saúde intensificam imunização do grupo prioritário

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Equipes da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde estão reforçando a busca ativa por servidores públicos que se enquadram nos critérios dos grupos prioritários para receber a vacina contra influenza. Pessoas que se enquadram nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde já foram imunizadas na Câmara Municipal, na sede da secretaria de Saúde, totalizando a aplicação de 123 doses apenas na ação de ontem (4). Hoje, dia 5, – o dia todo – é a vez dos policiais militares do 2º Comando Regional, com sede na Avenida Filinto Müller, receberem as doses da campanha 2026.

Os técnicos seguirão amanhã (6), durante todo o dia no batalhão, para atualizar a cobertura vacinal.

Conforme o Ministério da Saúde, integram os grupos prioritários: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e pessoas em situação de rua.

O Guarda Municipal de Várzea Grande, Carlos Ramón Félix, aproveitou a vacinação na Câmara de Vereadores, e garantiu a atualização vacinal. “É preciso estar imunizado, ainda mais na minha função que tem contato direto com as pessoas o tempo todo. Todo ano eu busco a dose. É muito importantes essa iniciativa de as equipes virem ainda mais próximas da gente”.

A busca ativa segue durante a semana. No dia 7 de maio, a vacinação será realizada no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), das 8h30 às 10h30, contemplando servidores da unidade e Agentes de Combate às Endemias (ACEs).

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Já no dia 8 de maio, as equipes da Saúde estarão no Centro de Convivência Vovô Zeid, durante o período da manhã, para imunizar os idosos atendidos no local.
Como reforça a secretária de Saúde, Valéria Nogueira, a ação segue determinação do Ministério da Saúde, que prioriza a primeira etapa da campanha para pessoas consideradas de maior risco.

“É uma proteção necessária à população mais vulnerável às complicações da influenza e uma forma de evitar aumento da demanda nas unidades de saúde. Realizamos o Dia D, estamos iniciando agora essa busca ativa por servidores e qualquer pessoa que se enquadre nos critérios prioritários pode procurar uma unidade e se vacinar”, afirmou.

Valéria pontua ainda que todas as unidades básicas de saúde de Várzea Grande estão com doses da vacina disponíveis. “Nossa maior preocupação é com relação às crianças na primeira infância e os idosos, públicos-alvo da campanha e que está mais suscetível às complicações da influenza. A vacina é forma mais simples de se prevenir a contaminação e evitar a superlotação nas unidades de urgência e emergência”.

CONSCIENTIZAÇÃO – A enfermeira Jéssica Alves, da ESF da Manga, destaca a importância da busca ativa nas escolas municipais. “Estamos indo nas escolas e nos deparamos com crianças, de menos de quatro anos de idade, sem a cobertura correta para a faixa etária. Realmente os pais e os responsáveis não estão levando seus filhos para vacinar e isso potencializa a circulação do vírus. A falta de interesse existe tanto para doses da influenza, quanto até mesmo para a vacina contra meningite viral, cuja oferta faz parte da rotina das unidades públicas de Várzea Grande”.

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A enfermeira explica ainda que todas as crianças com a cobertura vacinal desatualizada têm anotações nos cadernos, endereçada aos pais e ou responsáveis, orientando a busca pela regularização de doses, indo a unidade de saúde mais próxima.

Além do imunizante contra influenza ofertado ao grupo prioritário, a secretária de Saúde faz um apelo para que pais e responsáveis levam as crianças e jovens para vacinar. “Pedimos às pessoas que fazem parte dos grupos prioritários e ainda não se imunizaram que procurem a unidade de saúde mais próxima e garantam sua dose, protegendo a si mesmas e ajudando a reduzir a circulação do vírus no Município e a sobrecarga nas unidades de pronto atendimento. A vacina é segura, gratuita e essencial para prevenir casos graves da doença, especialmente entre os mais vulneráveis. Aos pais, pedimos que atualizem as cadernetas dos seus filhos. Há crianças sem a cobertura de outros imunizantes, inclusive para meningite. Nossos técnicos estão disponíveis nas unidades para prestar as orientações e aplicar as doses”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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