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DISPUTA TERRITORIAL

“População pode decidir”, diz Flávio Dino ao propor plebiscito sobre área disputada entre MT e Pará

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Área de 22 mil km² está em disputa há mais de um século e pode ser decidida pela população da região

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, propôs a realização de um plebiscito para tentar encerrar a disputa territorial entre Mato Grosso e Pará, que envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados.

A sugestão foi apresentada na terça-feira (7), durante reunião em Brasília com parlamentares, prefeitos e representantes políticos da região afetada.

Segundo Dino, a ideia é que, após uma tentativa de acordo entre os estados mediada pelo STF, a própria população da área em disputa possa ser ouvida para decidir a qual estado deseja pertencer.

O impasse se arrasta há décadas e impacta diretamente moradores de cidades do sul do Pará, como Jacareacanga e Novo Progresso. Pela distância dos centros administrativos paraenses, muitos serviços públicos acabam sendo prestados por municípios de Mato Grosso, como Alta Floresta e Paranaíta.

Flávio Dino é relator da ação que tenta reverter uma decisão do próprio STF, tomada em 2020, que reconheceu o território como pertencente ao Pará. Agora, o governo de Mato Grosso busca reabrir a discussão com base em novos argumentos.

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Na ação, o estado defende a chamada “divisa seca”, uma linha reta de cerca de 690 quilômetros utilizada historicamente como limite entre os dois territórios.

O governo mato-grossense afirma ter apresentado ao Supremo documentos históricos, mapas e laudos técnicos para sustentar que não houve erro de demarcação, mas apenas mudanças na nomenclatura da área ao longo do tempo.

A disputa envolve ao menos nove municípios e afeta diretamente milhares de moradores da região.

O caso segue em análise no STF.

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Brasil

Moraes nega soltura e mantém preso acusado de colocar bomba em caminhão perto de aeroporto em Brasília

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Mato-grossense é suspeito de tentativa de atentado após resultado das eleições de 2022

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, decidiu manter preso o mato-grossense Alan Diego dos Santos Rodrigues, acusado de envolvimento em uma tentativa de atentado a bomba nas proximidades do aeroporto de Brasília.

A decisão mais recente foi assinada no fim de março e rejeita mais um pedido da defesa para que o investigado responda ao processo em liberdade.

Segundo Moraes, não houve mudança no cenário que justifique a soltura. Para o ministro, a liberdade do acusado ainda representa risco, tanto para a ordem pública quanto para o andamento das investigações.

Alan Diego é apontado pela Procuradoria-Geral da República como um dos envolvidos na tentativa de explosão de um caminhão-tanque carregado com combustível, em dezembro de 2022.

De acordo com a denúncia, ele teria descido de um veículo e instalado o artefato explosivo no eixo do caminhão, que estava estacionado nas imediações do aeroporto. Depois da ação, o suspeito teria feito ligações de um telefone público.

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O caso foi tratado pelas autoridades como uma tentativa de atentado ligada a atos contra o resultado das eleições presidenciais.

Preso desde junho de 2025, Alan já teve outros dois pedidos de liberdade negados pelo STF. Com a nova decisão, ele segue detido enquanto responde por crimes como tentativa de golpe de Estado, associação criminosa armada e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

As investigações continuam.

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