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BRASIL

Número de mortes por acidentes aéreos no Brasil em 2024 é o maior da última década

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O Brasil teve em 2024 o maior número de mortes em acidentes aéreos dos últimos 10 anos. Segundo dados do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), até outubro foram 127 pessoas que morreram dessa forma no país em 136 acidentes aéreos. O número não contabiliza o acidente de quarta-feira (23), quando um avião de pequeno porte caiu no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. Todos os cinco ocupantes da aeronave morreram. Ainda não se sabe as causas da queda.

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O Brasil teve em 2024 o maior número de mortes em acidentes aéreos dos últimos 10 anos. Segundo dados do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), até outubro foram 127 pessoas que morreram dessa forma no país em 136 acidentes aéreos. O número não contabiliza o acidente de quarta-feira (23), quando um avião de pequeno porte caiu no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. Todos os cinco ocupantes da aeronave morreram. Ainda não se sabe as causas da queda.

Neste mês, seis bombeiros morreram na queda de um helicóptero em Ouro Preto (MG). A aeronave em que eles estavam ia atender a ocorrência de queda de um monomotor quando caiu.

Em janeiro, um acidente na zona rural de Itapeva, também em Minas Gerais, deixou sete mortos. A aeronave tinha saído de Campinas (SP) com destino a Belo Horizonte (MG) com cinco passageiros e dois tripulantes a bordo.

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Na última quarta, um avião de pequeno porte bateu em um morro e pegou fogo em uma área de mata em Santa Branca, na divisa com Paraibuna, no interior de São Paulo. O avião tinha saído de Florianópolis (SC) e seguia para Belo Horizonte (MG).

Chovia no momento do acidente. Todos os cinco ocupantes trabalhavam para a Abaeté Aviação, empresa de táxi aéreo. O acidente aconteceu a aproximadamente 30 quilômetros de onde um helicóptero caiu no dia 31 de dezembro do ano passado.

Histórico de acidentes

O maior acidente aéreo que aconteceu no Brasil com um voo comercial foi o da Tam (hoje Latam), em 2007. O Airbus A320-233 saiu do Aeroporto Internacional de Porto Alegre com destino ao Aeroporto de Congonhas. Ao chegar na pista, no entanto, o avião não conseguiu frear a tempo, ultrapassou os limites da pista, planou sobre a avenida Washington Luís e bateu contra um prédio da própria companhia aérea. Todas as 187 pessoas a bordo morreram, e outras 12 pessoas que estavam em solo também não resistiram.

Ao todo, dez pessoas foram indiciadas pelo acidente, mas todas foram absolvidas na Justiça Federal. Em 2023, o Ministério da Infraestrutura implementou um novo sistema de frenagem no Aeroporto de Congonhas para evitar acidentes parecidos.

Em 2009, um Airbus A330 da Air France que saiu do Brasil com destino à França caiu no Oceano Atlântico. Todas as 228 pessoas a bordo morreram. A investigação apontou uma falha nos tubos de pitot, um sistema que mede a velocidade do avião em relação ao ar. Sem saber qual era a real velocidade da aeronave, os pilotos ficaram confusos. O avião entrou em estol (perda repentina da sustentação da aeronave) e caiu. Depois de anos, a Justiça francesa absolveu a Airbus e a Air France pelo acidente.

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Em 2016, um avião que levava o time de futebol da Chapecoense caiu na Colômbia, deixando 71 mortos. O acidente foi causado por falta de combustível na aeronave. Seis pessoas sobreviveram ao acidente.

Confira o histórico de mortes e acidentes aéreos dos últimos 10 anos no Brasil

2024

136 acidentes

33 acidentes com ocorrências fatais

127 mortes

2023

156 acidentes

30 acidentes com ocorrências fatais

77 mortes

2022

137 acidentes

36 acidentes com ocorrências fatais

49 mortes

2021

141 acidentes

26 acidentes com ocorrências fatais

58 mortes

2020

149 acidentes

38 acidentes com ocorrências fatais

55 mortes

2019

151 acidentes

35 acidentes com ocorrências fatais

66 mortes

2018

167 acidentes

39 acidentes com ocorrências fatais

81 mortes

2017

146 acidentes

30 acidentes com ocorrências fatais

54 mortes

2016

164 acidentes

45 acidentes com ocorrências fatais

104 mortes

2015

172 acidentes

47 acidentes com ocorrências fatais

79 mortes

2014

175 acidentes

38 acidentes com ocorrências fatais

83 mortes

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Brasil

Lula mantém liderança, mas vê Flávio Bolsonaro se aproximar

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Levantamento BTG/Nexus mostra presidente com 41% e senador com 37%; diferença está dentro da margem de erro de dois pontos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 41% das intenções de voto para a Presidência da República, contra 37% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (24). A diferença de quatro pontos percentuais está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, configurando empate técnico entre os dois.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5% das intenções de voto. O levantamento também testou outros cenários para a disputa presidencial.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 17 de agosto, Lula manteve os mesmos 41%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 36% para 37%. A variação está dentro da margem de erro.

A disputa fica ainda mais equilibrada em um eventual segundo turno. Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro. Como a diferença é de apenas um ponto percentual, os dois estão tecnicamente empatados.

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Lula também aparece em situação de empate técnico contra Ronaldo Caiado. Nesse cenário, o presidente registra 46%, enquanto o ex-governador de Goiás alcança 42%.

O levantamento testou ainda possíveis confrontos de segundo turno entre Lula e Romeu Zema (Novo) e entre Lula e Renan Santos (Missão). Nesses cenários, o presidente aparece numericamente à frente.

A pesquisa também incluiu um cenário de primeiro turno com o empresário Pablo Marçal. Condenado pela Justiça Eleitoral por uso indevido dos meios de comunicação social, Marçal está inelegível por oito anos.

Metodologia

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.006 eleitores por telefone entre os dias 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09028/2026.

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