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MUNDO CÃO

Chamado de “príncipe”, marido mata esposa com tiro de espingarda seis meses após casamento

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Após discussão, suspeito atirou na vítima dentro de casa, tentou disfarçar o crime e acabou confessando

A Polícia Militar prendeu, na noite de quarta-feira (18), em São Lourenço do Oeste, um homem identificado como Sergio Fabian Schneider, acusado de matar a esposa com tiros de espingarda. Segundo informações do boletim de ocorrência, o crime ocorreu dentro da residência do casal, após uma discussão.A vítima, Sara Bianca Moyses Fabian Schneider, de 29 anos, foi atingida na suíte do imóvel e não resistiu aos ferimentos.

De acordo com as investigações, momentos antes do crime, a mulher teria manifestado o desejo de se mudar para o Paraná com a filha do casal, de 4 anos, que estava na casa no momento da ocorrência, acompanhada da avó.

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Após o disparo, o suspeito tentou disfarçar o crime, afirmando que o barulho ouvido teria sido causado pela queda de um móvel no andar superior da residência.

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Em seguida, ele levou a filha para um local seguro e se apresentou à polícia, onde confessou o assassinato.

A prisão em flagrante foi convertida em preventiva após audiência de custódia realizada na quinta-feira (19).

Sara trabalhava como gerente de uma loja de roupas e era descrita por amigos como uma pessoa doce, tímida e amigável.

O casal mantinha um relacionamento há cerca de sete anos e havia oficializado o casamento civil há apenas seis meses.

Nas redes sociais, a vítima costumava publicar declarações ao companheiro, a quem chegou a chamar de “príncipe” em uma das mensagens.

O caso está sendo investigado pela polícia civil,

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Produtora de “Dark Horse” afirma: “Estou apavorada” após ser alvo de operação da PF

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Karina Gama nega envolvimento na captação de recursos e diz que foi pressionada a fazer delação premiada

Karina Gama, dona da produtora Go Up Entertainment e um dos alvos da Operação Make Up, afirmou que está se sentindo ameaçada e pressionada para fazer uma delação premiada. A operação da Polícia Federal investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares relacionados ao filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em conversa com a imprensa, realizada um dia antes do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, a produtora relatou que pessoas teriam ido até sua residência durante a noite se identificando como oficiais de Justiça, mas sem apresentar documentos. Segundo ela, fornecedores e familiares também teriam sido procurados.

“Estou apavorada”, afirmou Karina.

A empresária disse que está colaborando com as investigações e que entregou imediatamente os documentos solicitados pela Polícia Federal. “Quando a PF me pediu documentos, eu forneci imediatamente”, declarou.

Karina também afirmou ter sido procurada por um pastor evangélico de Brasília que, segundo ela, teria oferecido ajuda e sugerido um acordo de delação premiada. A produtora, porém, nega ter qualquer informação sobre os financiadores do longa.

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“Eu nunca captei dinheiro para o filme, eu nunca lidei com financiadores. Eu não sei nada sobre isso. Eu prestei um serviço, de produzir o ‘Dark Horse’, e fui remunerada”, afirmou.

A investigação sobre o longa também envolve recursos atribuídos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo as apurações, US$ 12,3 milhões foram enviados para financiar a produção após pedidos feitos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os recursos teriam passado pelo fundo Havengate, administrado por Paulo Calixto.

Karina confirmou ter recebido recursos do fundo para produzir o filme, mas afirmou que desconhecia a identidade dos financiadores. “Eu recebi recursos do fundo para produzir o filme, mas nunca soube quem eram seus financiadores”, disse.

Sobre os R$ 2 milhões em emendas destinados pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) ao Instituto Conhecer Brasil, Karina afirmou que o dinheiro que ainda não foi utilizado permanece em caixa. Segundo ela, os recursos foram destinados a um projeto de letramento financeiro para jovens empreendedores e começaram a ser utilizados neste ano.

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