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Brasil registra calor de 40°C e umidade relativa do ar abaixo de 10%

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O Brasil registrou calor intenso, com temperaturas acima dos 40°C no fim de semana. No Centro-Oeste, os termômetros marcaram mais de 40°C, enquanto no Paraná a temperatura chegou a quase 39°C. Em Rondônia, a temperatura foi de 28°C e, no interior de São Paulo, alcançou 37°C.

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Os níveis de umidade relativa do ar ficaram abaixo de 15%, especialmente no Centro-Oeste, no interior de São Paulo, em Minas Gerais e no interior do Paraná.

São Paulo registrou temperatura máxima de 32,5°C durante a tarde de domingo (18/8), de acordo com o Climatempo. Curitiba também teve temperatura máxima de 31,2°C, a mais alta desde 21 de março, quando chegou a 32,1°C.

A capital do Mato Grosso, Cuiabá, registrou 42°C, enquanto Palmas, em Tocantins, alcançou 37,3°C, mesma temperatura de Porto Velho, em Rondônia.

De acordo com o portal Meteored, o calor deve continuar durante a semana, com temperaturas próximas aos 40°C previstas para as regiões Sul e Sudeste. A região Sul e o leste do Sudeste podem ter um alívio com o frio na terça-feira (20/8) devido à influência dos ventos do sul, que trazem ar mais frio.

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Na quarta-feira (21/8), uma baixa pressão se formará entre o Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Argentina, o que fortalecerá o transporte de calor para o centro-sul do Brasil.

As temperaturas máximas nas capitais das regiões Sul e Sudeste serão: 24°C, em Porto Alegre; 21°C, em Florianópolis; 28°C, em Curitiba; 30°C, em São Paulo; 27°C, no Rio de Janeiro; 31°C, em Belo Horizonte; e 30°C, em Vitória. No Centro-Oeste e na Região Norte, as temperaturas máximas podem chegar a 43°C.

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Brasil

Produtora de “Dark Horse” afirma: “Estou apavorada” após ser alvo de operação da PF

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Karina Gama nega envolvimento na captação de recursos e diz que foi pressionada a fazer delação premiada

Karina Gama, dona da produtora Go Up Entertainment e um dos alvos da Operação Make Up, afirmou que está se sentindo ameaçada e pressionada para fazer uma delação premiada. A operação da Polícia Federal investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares relacionados ao filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em conversa com a imprensa, realizada um dia antes do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, a produtora relatou que pessoas teriam ido até sua residência durante a noite se identificando como oficiais de Justiça, mas sem apresentar documentos. Segundo ela, fornecedores e familiares também teriam sido procurados.

“Estou apavorada”, afirmou Karina.

A empresária disse que está colaborando com as investigações e que entregou imediatamente os documentos solicitados pela Polícia Federal. “Quando a PF me pediu documentos, eu forneci imediatamente”, declarou.

Karina também afirmou ter sido procurada por um pastor evangélico de Brasília que, segundo ela, teria oferecido ajuda e sugerido um acordo de delação premiada. A produtora, porém, nega ter qualquer informação sobre os financiadores do longa.

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“Eu nunca captei dinheiro para o filme, eu nunca lidei com financiadores. Eu não sei nada sobre isso. Eu prestei um serviço, de produzir o ‘Dark Horse’, e fui remunerada”, afirmou.

A investigação sobre o longa também envolve recursos atribuídos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo as apurações, US$ 12,3 milhões foram enviados para financiar a produção após pedidos feitos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os recursos teriam passado pelo fundo Havengate, administrado por Paulo Calixto.

Karina confirmou ter recebido recursos do fundo para produzir o filme, mas afirmou que desconhecia a identidade dos financiadores. “Eu recebi recursos do fundo para produzir o filme, mas nunca soube quem eram seus financiadores”, disse.

Sobre os R$ 2 milhões em emendas destinados pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) ao Instituto Conhecer Brasil, Karina afirmou que o dinheiro que ainda não foi utilizado permanece em caixa. Segundo ela, os recursos foram destinados a um projeto de letramento financeiro para jovens empreendedores e começaram a ser utilizados neste ano.

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