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Saúde

Virginia Mendes passa mal e é novamente internada

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A primeira-dama Virgínia Mendes foi hospitalizada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital femina, em Cuiabá, nesta quinta-feira (15). Ela havia acabado de retornar de São Paulo após ter recebido alta do tratamento de infecção por covid-19.

No último domingo (11) Virgínia foi internada em Cuiabá, mas logo depois foi encaminhada a São Paulo para continuar o tratamento. Durante o voo para Cuiabá, contudo, Virgínia sentiu dores no peito e foi encaminhada para o Hospital Amecor pela médica pneumologista Dra. Karime Schelini, mas por falta de estrutura de UTI, foi levada para o Femina, onde segue em observação.

Veja a nota na íntegra:

“De acordo com a assessoria de imprensa da primeira – dama Virginia Mendes, ela teve alta médica do Hospital Albert Einstein na tarde desta quarta-feira (14.12), para participar da diplomação do governador Mauro Mendes que acontece nesta quinta-feira (15.12). Mas, durante o voo ela sentiu dores no peito e foi encaminhada para o Hospital Amecor em Cuiabá pela médica pneumologista Dra Karime Schelini, onde passou por exames, “agradeço a todos do Hospital Amecor pelo carinho”, disse Virginia Mendes por meio de mensagem de WhatsApp a sua assessoria. Como na unidade não tinha vaga de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Virginia foi internada no Hospital Femina, e segue em observação. “Gratidão a toda equipe que está cuidando de mim aqui na Femina, estou sendo muito bem tratada com todo carinho, equipe maravilhosa“, agradeceu Virginia Mendes”

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Saúde

“Após duas mortes e 42 reações graves, Ministério da Saúde suspende vacina do Butantan contra a dengue”

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Aplicação do imunizante foi interrompida de forma preventiva enquanto especialistas investigam eventos adversos registrados após a vacinação

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (8) a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A medida foi adotada após o registro de 42 casos de reações adversas mais graves, incluindo três internações e duas mortes de pessoas que haviam recebido a vacina.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ainda não há comprovação de que os óbitos e demais ocorrências tenham sido provocados pelo imunizante. No entanto, os casos serão analisados por especialistas como medida de precaução.

De acordo com o ministro, a suspensão temporária permitirá que o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Instituto Butantan aprofundem as investigações para identificar possíveis fatores de risco associados aos eventos registrados.

Padilha ressaltou que a decisão não representa perda de confiança na vacina nem na instituição responsável pelo seu desenvolvimento. Segundo ele, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a segurança da população.

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A interrupção afeta exclusivamente a vacina produzida pelo Butantan. O imunizante Qdenga, desenvolvido pela Takeda e disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), continua sendo aplicado normalmente.

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas até o dia 30 de maio. O imunizante foi incorporado ao SUS em janeiro deste ano e passou a ser utilizado inicialmente em municípios selecionados para avaliação de seu impacto na dinâmica da doença.

A estratégia contemplou ações de vacinação em Botucatu, Maranguape e Nova Lima, com foco em adolescentes e adultos entre 15 e 59 anos. Posteriormente, a campanha também foi ampliada para a região de Araguaína.

Em fevereiro, o SUS iniciou ainda a imunização de profissionais da atenção primária à saúde, com expectativa de alcançar cerca de 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente.

O Ministério da Saúde destacou que a suspensão temporária não invalida a eficácia da vacina nem retira a proteção já adquirida pelas pessoas imunizadas. A pasta reforçou que a medida busca garantir tempo adicional para análises técnicas e identificação de eventuais fatores associados aos casos investigados.

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