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Política Nacional

Lula reúne ministros para debater articulação e novos programas de governo

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne, nesta segunda-feira (26), com os ministros com gabinete no Palácio do Planalto para tratar do que é prioridade para o governo antes do recesso parlamentar e separar as pautas que ficarão mesmo para o segundo semestre, como o lançamento de novos programas de governo.

Estarão no encontro, os ministros palacianos, Rui Costa, da Casa Civil; Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral; Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais; e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta.

Lula voltou ao Brasil, nesse fim de semana, após viagem à Europa e, entre os assuntos, ainda não formalizou a mudança no comando do Ministério do Turismo. A expectativa é de que isso aconteça ainda nesta semana.

Outra pendência é a votação da reforma tributária, que deve ocorrer em julho, na Câmara.

Auxiliares do Planalto afirmam que o governo irá discutir as últimas medidas que devem ser tomadas para garantir o fechamento do semestre, como a liberação de mais recursos de emendas e o preenchimento de cargos.

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Um ministro que irá participar da reunião disse à CNN, nesta segunda-feira (26), que é hora de “começar a pensar o segundo semestre”. Entre as prioridades, o ministro destacou o novo PAC, que será lançado em julho; um novo Luz Para Todos, para ampliar acesso à energia elétrica; e o Mais Especialistas, programa para aumentar a oferta de médicos específicos, como cardiologistas e neurologistas, no país.

É aguardada uma nova etapa do governo, em que Lula reduzirá agenda de viagens internacionais.

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Política Nacional

Após críticas de aliados, Bolsonaro publica carta defendendo Michelle e cobrando consenso nas candidaturas do PL”

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Jair Bolsonaro (PL) critica ataques internos à esposa e aliados e reforça importância de definição de candidaturas pelo consenso

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou uma carta neste domingo (1) em que lamenta críticas dirigidas a sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL), e a aliados da direita. O documento foi divulgado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais e reforça que as “cobiçadas vagas” para as eleições de 2026 devem ser definidas por diálogo, e não por pressões ou ataques entre aliados.

A carta foi escrita na Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado. No texto, ele explica que pediu à esposa para se envolver na política apenas após março de 2026, devido aos cuidados com a filha Laura, recém-operada, e com ele próprio. “Lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, diz trecho da carta.

O documento foi divulgado após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) criticar o apoio de Michelle e Nikolas a Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, afirmando que estava “aquém do desejável”. Bolsonaro enfatiza que, em campanhas majoritárias e disputas por vagas ao Senado, os apoios devem ocorrer por convencimento, nunca por pressão.

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A publicação coincide com o anúncio da manifestação bolsonarista “Acorda, Brasil”, organizada por Nikolas Ferreira na Avenida Paulista, marcada para o dia 12 de fevereiro, com o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”. Uma ala do partido considera que o foco da direita deve ser a anistia aos manifestantes do 8 de janeiro e a liberdade de Bolsonaro, e não o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Na sexta-feira (27), o senador Flávio Bolsonaro (PL) comentou que a pauta da manifestação foi definida por Nikolas e inclui críticas à corrupção e à crise moral do país. No sábado (28), Michelle Bolsonaro divulgou outra carta em que o ex-presidente anuncia apoio à candidatura de Marcos Pollon (PL) ao Senado pelo Mato Grosso do Sul, destacando seu “caráter, honra e dedicação”. O episódio ocorreu após a circulação de anotações de Flávio Bolsonaro sobre supostos pedidos financeiros de candidatos, desmentidos pelo senador.

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