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Política Nacional

Bolsonaro afirma que ‘operação da PF é um exegero e perseguição políitca’

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (18), que o objetivo da operação da Polícia Federal ordenado por Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), é  uma “suprema humilhação”.  A partir de agora, ele vai passar a usar tornozeleira eletrônica.

 

Bolsonaro disse ainda que nunca pensou em deixar o País, nem ir para uma embaixada para fugir de uma possível prisão. “Nunca pensei em sair do Brasil. Nunca pensei em ir para uma embaixada. No meu entender, objetivo [das cautelares] é uma suprema humilhação”.

 

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Sobre a decisão, Bolsonaro avaliou como “exagero e perseguição”. “Está sufocando a gente […] É um exagero, sou ex-presidente da República e tenho 70 anos. É uma humilhação. Eu não tenho a menor dúvida que é perseguição”.

 

Durante as buscas na casa de Bolsonaro, a Polícia Federal  encontrou cerca de US$ 14 mil e R$ 8 mil. Os valores achados foram em dinheiro vivo não representam, necessariamente, um delito. No entanto, os policiais deverão apurar se a quantia seria utilizada para eventual crime.

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Bolsonaro explica aos jornalistas sobre  a operação da  Polícia Federal. “Fizeram a apreensão em casa, pegaram R$ 7 mil  e aproximadamente   US$ 14 mil e R$ 8 mil dvidamente com origem. É um novo inqúerito e estou também  dentro dele… É um inquérito político, nada de concreto existe alí”.

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Política Nacional

Mendonça afirma que “prerrogativas da magistratura” foram violadas ao afastar chefe da PF

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Decisão também atinge diretor de Inteligência da corporação e suspende produção de relatórios sobre integrantes do STF, AGU e Polícia Federal

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa. A decisão ocorre em meio aos desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master.

Segundo Mendonça, o afastamento é necessário para garantir que ministros do STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e servidores da própria Polícia Federal possam exercer suas funções sem sofrer interferências ou constrangimentos ilegais.

Na mesma decisão, o ministro determinou a suspensão de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência destinados a analisar a atuação funcional de magistrados, integrantes da advocacia pública ou servidores envolvidos na atividade de polícia judiciária.

De acordo com a decisão, Andrei Rodrigues encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Inquérito das Fake News, ao menos seis relatórios de inteligência produzidos de forma sigilosa entre os dias 3 e 31 de agosto de 2026.

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Mendonça classificou como graves as circunstâncias envolvendo os documentos e afirmou que seriam necessárias medidas imediatas para impedir que as prerrogativas do Judiciário, da advocacia pública e da própria Polícia Federal continuassem sendo violadas.

O ministro também afirmou que teria sido alvo de monitoramento considerado ilegal por integrantes da inteligência policial durante mais de 30 dias. A decisão ainda aponta questionamentos sobre a atuação de Andrei Rodrigues e sobre a produção dos chamados relatórios de inteligência.

O afastamento ocorre em meio à crise envolvendo as investigações sobre o Banco Master e mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, Vorcaro mantinha conversas com Alexandre de Moraes e chegou a pedir ao ministro que tentasse reverter medidas relacionadas às investigações junto ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da PF.

Em uma das mensagens, enviada em 15 de novembro de 2025, Vorcaro escreveu a Moraes: “Não conseguimos reverter isso com Paulo e Andrei? Muita sacanagem isso. Isso em Brasília?”.

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A decisão de Mendonça representa uma nova escalada do conflito institucional envolvendo o Supremo, a Polícia Federal e as investigações sobre o Banco Master. O afastamento de Andrei Rodrigues ainda depende de análise da Segunda Turma do STF.

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