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CASAS ALARDAS

Projeto que cria auxílio de R$ 1 mil é enviado para Câmara

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O prefeito Abilio Brunini encaminhou à Câmara Municipal, na terça-feira (14) um projeto de lei que cria auxílio financeiro de R$ 1 mil, em parcela única, às famílias de baixa renda que tiveram suas casas alagadas pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. O texto segue em caráter de urgência.

A Mesa Diretora, presidida pela vereadora Paula Calil, convocou para quinta-feira (16), às 14h, uma sessão extraordinária para submeter a proposta ao plenário, formado por 27 vereadores.

Após a aprovação, o texto da lei precisa ser sancionado pelo poder Executivo e a partir da publicação na Gazeta Municipal, entra em vigor. Pelo projeto de lei, caberá a Defesa Civil emitir um laudo técnico que ateste a interdição do imóvel por efeito das chuvas.

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Na segunda-feira (14), o prefeito Abílio Brunini foi até a Câmara Municipal para explicar aos parlamentares o conteúdo do projeto de lei. Ele ressaltou que se trata de uma ação do município para contemplar, exclusivamente, moradores de baixa renda.

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“O valor de R$ 1 mil não é para todos. Precisará a família ter ficado sem moradia e está com o domicílio interditado pela Defesa Civil. O auxílio será de apenas uma parcela e é uma forma da prefeitura ajudar as pessoas a comprar um colchão, um armário, uma cama, roupa e recomeçar. Isso vai ser de uma forma prática e rápida. Dependendo apenas a Câmara votar, aprovar e liberar que a prefeitura faça esse pagamento para as famílias cadastradas”, explicou.

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Política MT

Fábio Garcia e Pivetta negam crise após saída de deputado da vice; VEJA VÍDEO

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Mudança na chapa governista ocorreu após repercussões da Operação Heritage, que investiga acordo de R$ 308 milhões entre o Governo de Mato Grosso e a Oi

O deputado federal Fábio Garcia (União-MT) e o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) negaram, nesta terça-feira (11), que a retirada do parlamentar da vaga de vice-governador tenha provocado uma crise no grupo governista. A alteração na composição foi discutida após os desdobramentos da Operação Heritage, da Polícia Federal, que apura um acordo de R$ 308 milhões firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi.

Durante entrevista coletiva nesta manhã, Fábio afirmou que a decisão foi tomada em consenso entre os aliados e que continuará integrando o mesmo grupo político.

“Tem realidades que estão postas na nossa frente e a gente precisa ter coragem de tomar decisão. Como o governador Pivetta falou aqui, esse foi um consenso no grupo. E vida que segue”, declarou.

O deputado também descartou ter sido alvo de uma decisão injusta por parte dos aliados. Segundo ele, a trajetória política dentro do grupo inclui posições de destaque, como a chefia da Casa Civil e o mandato na Câmara dos Deputados.

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“Eu não posso ter sentimento de injustiça com o meu grupo. Super tranquilo”, afirmou.

Fábio ainda declarou ter “absoluta convicção” sobre a própria conduta e honestidade.

Restrição de contato

A mudança na chapa ocorreu poucos dias depois de o deputado afirmar que pretendia permanecer como candidato a vice de Pivetta. Nos bastidores, entretanto, a repercussão da Operação Heritage passou a influenciar as discussões políticas do grupo.

Fábio e familiares são citados nas apurações da Polícia Federal. O parlamentar nega envolvimento em irregularidades e afirma que o processo relacionado ao acordo com a Oi não passou pela Casa Civil durante o período em que esteve à frente da pasta.

Outro fator considerado nas articulações foi uma decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou restrições de contato entre investigados na operação. A medida alcança Fábio e o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), pré-candidato ao Senado e integrante do mesmo grupo político.

A determinação não impede os dois de disputar as eleições ou de fazer parte da mesma aliança. Na prática, contudo, a restrição pode dificultar a participação conjunta em reuniões, viagens, gravações e demais atividades de campanha.

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Até a semana passada, Fábio estava confirmado como vice de Pivetta. O nome havia sido escolhido pouco antes da convenção que oficializou a candidatura do governador à reeleição.

Com a retirada do deputado da composição, o grupo governista passou a discutir alternativas para preencher a vaga de vice na chapa.

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