Política MT
Medalha destaca ações de Max Russi no social em Mato Grosso
O deputado Max Russi (PSB) foi um dos contemplados com a mais alta honraria da Casa Militar de Mato Grosso, a medalha “Guardião do Paiaguás”. A homenagem foi concedida nesta quarta-feira (27) no Salão Nobre Cloves Vetoratto, como reconhecimento ao trabalho que o parlamentar vem desenvolvendo como primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, principalmente os trabalhos no âmbito social.
De acordo com o chefe do Gabinete Militar, tentente coronel Fernado Francisco Turbino, Max Russi tem se destacado nas ações conjuntas com o Executivo Estadual, principalmente atreladas aos trabalhos desenvolvidos junto à primeira-dama Virginia Mendes.
“É grande parceiro, não só do governo do estado de Mato Grosso, mas também do Gabinete Militar. Juntamente com a primeira-dama, se envolve em várias ações sociais e com essas ações dele, é mais que justa a homenagem”, ressaltou Turbino.
A honraria foi instituída pelo Governo do Estado por meio do decreto nº 6.635 de 19 de outubro de 2005 e atualizada pelo Decreto n. 233 de 21 de agosto de 2019, com o objetivo de reconhecer ações meritórias de personalidades militares e civis que comprovadamente tenham colaborado de forma expressiva e decisiva para o desempenho de missões relacionadas à segurança de autoridades e instituições estaduais.
Participaram também da solenidade o governador Mauro Mendes (UB), a primeira-dama Virginia Mendes, a senadora Margareth Gettert Busetti (PP), além de autoridades civis e militares.
Política MT
CPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro
Na tarde desta quarta-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou mais uma reunião para ouvir depoentes e avançar na apuração de possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) firmados durante a pandemia de Covid-19.
A ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Carolina Campos, prestou depoimento na condição de investigada. Também foi ouvido, por videoconferência, o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, na condição de testemunha. As duas oitivas ocorreram em sessão reservada.
O depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, que não compareceu à sessão, foi reagendado para a próxima quarta-feira (2), às 14h. Segundo a CPI, a convocação foi remarcada após a defesa alegar compromissos.
Carolina Campos afirmou que solicitou que sua oitiva fosse realizada de forma reservada para evitar que o conteúdo do depoimento fosse utilizado no contexto eleitoral. “Minha posição nesse processo sempre foi técnica. Pedi que essa condição fosse respeitada”, disse, em entrevista concedida após a oitiva.
Carolina destacou ainda que respondeu às 70 perguntas feitas pelos integrantes da comissão e que apresentou documentos e esclarecimentos que, segundo ela, já haviam sido levados anteriormente às autoridades responsáveis pelas investigações no Ministério Público e no judiciário.
A ex-secretária adjunta também declarou que decisões judiciais anteriores já haviam afastado sua participação nas acusações investigadas. Segundo Carolina, ela nunca chegou a ser ré e apresentou provas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para demonstrar que não tinha envolvimento com as irregularidades apuradas.
Ao ser questionada sobre os contratos sem licitação investigados pela CPI, Carolina afirmou que não era responsável por licitações, compras ou pagamentos dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com seu relato, sua atuação se restringia à gestão dos hospitais regionais.
Após a oitiva, a comissão informou que as respostas serão analisadas pela equipe responsável pelos trabalhos. A CPI investiga denúncias de irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, que resultaram na Operação Espelho, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Outro assunto discutido durante a reunião foi a possibilidade de suspensão dos trabalhos da CPI durante o período eleitoral. Um requerimento foi apresentado propondo que as atividades sejam interrompidas até o fim das eleições. A medida ainda não foi submetida à votação e foi encaminhada à Procuradoria da CPI para análise jurídica e elaboração de parecer sobre sua legalidade.
Os trabalhos da CPI da Saúde foram prorrogados por mais 180 dias pelo plenário da Assembleia Legislativa. Instalada em 4 de março, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos poderão prosseguir até 4 de março de 2027.
Além de Gilberto Figueiredo, que deverá ser ouvido na próxima quarta-feira, a comissão informou que o secretário Juliano Melo também é esperado para prestar depoimento na mesma data.
A CPI tem como objetivo reunir informações e documentos de investigados e testemunhas para esclarecer as possíveis irregularidades relacionadas aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde.
Fonte: ALMT – MT
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