Tribunal de Justiça de MT
Rádio TJ explica racismo institucional, privilégio, equidade e representatividade em série; ouça
A Rádio TJ produziu uma série de “pílulas do conhecimento” com o tema Equidade Racial, já disponível em seu canal no Spotify (clique e ouça agora). Tratam-se de áudios curtos, em que as jornalistas Elaine Coimbra e Eli Cristina explicam termos como racismo institucional, privilégio, equidade e representatividade. Todo o conteúdo é respaldado pelo Comitê de Promoção da Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, presidido pelo desembargador Juvenal Pereira da Silva.
Racismo institucional – Esse episódio leva o ouvinte a refletir sobre por que algumas pessoas precisam provar que merecem estar onde estão. Isso porque o racismo estrutural não aparece apenas em atitudes individuais, mas atua nas estruturas e nos processos sociais, definindo qual cor de pele terá a chance de ocupar lugares de destaque. O drops destaca ainda que reconhecer o racismo institucional é o primeiro passo para mudar essa realidade. Clique aqui e ouça.
Privilégio – Nesse áudio, aborda-se que o privilégio não representa culpa individual, mas a consciência de que, enquanto alguns caminham, outros precisam “escalar uma montanha” para chegar ao mesmo lugar, ou seja, alguns grupos sociais detêm privilégios estruturais, dos quais se beneficiam consciente ou inconscientemente para ocupar melhores posições. Clique para ouvir.
Equidade – Aborda a diferença entre igualdade e equidade, destacando que esta última promove justiça e ajusta caminhos ao oferecer o que cada pessoa precisa para ter os mesmos direitos, fazendo com que a sociedade avance unida. Equidade como o caminho para oportunidades reais. Ouça aqui.
Representatividade – A pluralidade de vozes e rostos que inspiram, encorajam e abrem portas para novos horizontes, mostrando para crianças, jovens e adultos que qualquer pessoa pode chegar aonde quer. Essa confiança é fortalecida com a possibilidade de enxergar o exemplo de alguém parecido consigo. O episódio enfatiza que representatividade ajuda a tornar a sociedade mais justa e equânime. Ouça no Spotify.
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Autor: Celly Silva
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Tribunal de Justiça de MT
Cemulher avança e instala 94ª rede de enfrentamento à violência doméstica em Nortelândia
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso instalou nesta quarta-feira (3) a 94ª Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar no estado, desta vez no município de Nortelândia. A iniciativa integra o trabalho da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip, que segue avançando rumo à marca de 100 redes instaladas em Mato Grosso. A agenda continuou com a implantação da 95ª rede nesta quinta-feira (4), em Nobres, e da 96ª nesta sexta-feira (5), em Campo Novo do Parecis.
A formalização da rede ocorreu com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica nº 01/2025, que reúne Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil, Polícia Militar, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, OAB e secretarias municipais. O compromisso estabelece atuação integrada para prevenir, combater e enfrentar a violência doméstica, assegurando direitos e fortalecendo mecanismos de proteção às mulheres.
A juíza Lorena Malhado, titular da Comarca de Nortelândia, destacou que a criação da rede marca um novo ciclo no atendimento às vítimas. “A partir de agora, todos os órgãos que fazem atendimento à mulher poderão, de forma integrada, acolhê-la e garantir o atendimento adequado. Esperamos que essa rede seja não apenas um instrumento de combate, mas principalmente de prevenção à violência doméstica”, afirmou.
O vice-prefeito Rubilan de Oliveira ressaltou o impacto social da iniciativa. “É um conjunto de serviços que fortalece e encoraja as mulheres no enfrentamento da violência. O trabalho integrado entre Executivo, Judiciário e Legislativo é essencial para garantir segurança, autonomia e condições para que elas denunciem e rompam o ciclo da violência”, disse.
Para a escrivã Ana Lígia dos Santos, a implantação representa mais agilidade e eficácia no atendimento. “Infelizmente a demanda por casos de violência doméstica é crescente. Com a rede instalada, teremos condições de realizar encaminhamentos imediatos, evitando que a vítima sofra novamente com a morosidade e garantindo respostas rápidas e assertivas.”
A Rede de Enfrentamento prevê ações articuladas entre as instituições parceiras, incluindo acolhimento, garantias de proteção, capacitação de profissionais, fortalecimento da Patrulha Maria da Penha e desenvolvimento de campanhas educativas. O termo tem vigência inicial de 24 meses e será acompanhado periodicamente pelas entidades signatárias.
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Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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