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Tribunal de Justiça de MT

Núcleo de Sustentabilidade participa de evento “Judiciário Sustentável” no CNJ

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Um evento destinado à discussão da sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário nacional está sendo organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e terá a participação de integrantes do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
O evento “Judiciário Sustentável” será realizado no dia 23 de junho, no auditório da sede do CNJ, em Brasília, e terá como representantes locais a responsável pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, Elaine Alonso, e a juíza do Juizado Volante Ambiental de Rondonópolis, Milene Aparecida Pereira Beltramini.
 
No evento, serão divulgados os resultados das pesquisas “Estudos empíricos sobre a efetividade da jurisdição ambiental na Amazônia Legal” e o “Papel do sistema de Justiça no enfrentamento de crimes florestais”. Além disso, serão divulgados os resultados do 7º Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário.
 
“Esse balanço se refere aos resultados de 2022. Nós temos que trabalhar no segundo semestre para melhorarmos nossos resultados deste ano, que serão apresentados ano que vem”, explica Elaine.
 
Acesse a programação completa do evento.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Venda sem registro mantém cobrança de IPTU, decide TJMT

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Tribunal mantém cobrança de IPTU contra proprietária que vendeu imóvel sem registrar a transferência.

  • Entendimento reforça responsabilidade de quem ainda consta no cadastro e limita mudanças no processo.

Uma venda feita há mais de 20 anos não foi suficiente para afastar a cobrança de IPTU. A Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu que, sem o registro em cartório, a antiga proprietária continua responsável pelo imposto. A decisão foi relatada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.

No caso, o Município de Campo Verde cobrou débitos de IPTU referentes aos anos de 2019 a 2022. A defesa alegou que o imóvel havia sido vendido décadas antes e que a Prefeitura tinha conhecimento disso, inclusive por ter emitido posteriormente um documento de cobrança em nome do comprador.

O Tribunal, no entanto, entendeu que a venda só produz efeitos legais após o registro em cartório. Como isso não foi comprovado, a antiga proprietária permaneceu como responsável pelo pagamento perante o poder público.

A decisão também destacou que o IPTU está vinculado ao imóvel, podendo ser cobrado tanto do proprietário quanto do possuidor. Nesse cenário, cabe ao Município escolher contra quem direcionar a cobrança, especialmente quando a pessoa ainda consta nos registros oficiais.

Outro ponto reforçado foi que, após o início da execução fiscal, não é possível alterar o nome do devedor no processo. Assim, mesmo com a existência de documentos posteriores, a cobrança foi considerada válida.

Por unanimidade, o colegiado negou o recurso e manteve a continuidade da execução fiscal.

Processo nº 1003725-38.2023.8.11.0051

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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