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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de Mato Grosso adota novo modelo de autenticação no PJe

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O Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) adotou a implantação do Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) no Processo Judicial Eletrônico (PJe), que é considerada uma das medidas mais importantes já adotadas para fortalecer a segurança digital e a integridade das informações judiciais.

A mudança já entrou em vigor no início de novembro, conforme determina a Portaria nº 140/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e coloca o PJMT em total conformidade com os padrões nacionais de segurança cibernética.

O que muda no acesso ao PJe

A partir de agora, o login no PJe exigirá duas etapas obrigatórias de autenticação.

Além da senha pessoal, o usuário precisará informar um código temporário de seis dígitos, gerado automaticamente por um aplicativo autenticador instalado em seu celular.

Essa dupla verificação aumenta o nível de segurança das credenciais e reduz praticamente a zero o risco de invasões, fraudes ou acessos indevidos.

Os antigos tokens físicos e digitais serão substituídos por esse novo método, mais moderno, prático e confiável.

Os aplicativos compatíveis incluem o FreeOTP Authenticator, Google Authenticator, Microsoft Authenticator e também o Gov.br, desde que a conta seja nível Ouro e tenha a verificação em duas etapas ativada.

Mais proteção para o usuário e para os dados do Judiciário

O Múltiplo Fator de Autenticação é uma das práticas mais recomendadas internacionalmente para proteger informações sensíveis e evitar ataques cibernéticos.

Com ele, o acesso ao PJe torna-se individualizado, rastreável e à prova de tentativas de clonagem, pois o segundo fator de autenticação não fica armazenado em nenhum servidor e só pode ser acessado pelo dispositivo vinculado ao usuário.

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A medida traz benefícios diretos tanto para os profissionais que utilizam o sistema quanto para o próprio Judiciário:

Mais segurança: o login depende de duas verificações independentes, dificultando fraudes.

Mais praticidade: o aplicativo autenticador funciona mesmo sem internet, gerando códigos automáticos a cada tentativa de login.

Mais proteção de dados: cada acesso é criptografado e registrado com identificação do usuário e dispositivo.

Mais estabilidade: substitui sistemas de token que exigiam manutenção ou dependiam de infraestrutura externa.

Acesso unificado e confiável

O MFA se integra totalmente ao ecossistema da Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br), garantindo compatibilidade entre os tribunais e uniformidade de acesso em todo o país.

Com isso, advogados, magistrados, servidores e demais operadores do Direito poderão acessar o PJe com segurança reforçada e autenticação unificada, sem depender de ferramentas externas ou tokens antigos.

O PJMT ressalta que o novo método foi desenvolvido para oferecer usabilidade sem abrir mão da segurança.

Mesmo para quem utiliza o Gov.br, a autenticação continua sendo multifatorial, com verificação biométrica, facial ou por aplicativo bancário, que são mecanismos que garantem o mesmo nível de proteção exigido pelo CNJ.

Segurança por design: uma nova etapa de confiabilidade digital

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O modelo de autenticação multifatorial marca um avanço no conceito de segurança por design, no qual o sistema é construído desde a origem com mecanismos inteligentes de verificação, detecção e bloqueio de tentativas indevidas de acesso.

Essa abordagem coloca o PJe em um novo patamar de confiabilidade tecnológica, alinhado à Estratégia Nacional de Segurança Cibernética do Poder Judiciário (ENSEC-PJ) e à Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (ENTIC-JUD).

O PJMT reforça que o sistema foi testado e validado para garantir funcionamento pleno, compatibilidade com dispositivos móveis e desktops, e autonomia total do usuário na geração dos códigos autenticadores.

Saiba mais sobre o novo método de autenticação

👉 Acesse a página do MFA no PJe: https://www.tjmt.jus.br/pagina/acesso-ao-pje

📘 Consulte também os manuais disponíveis em:

Manual 2FA PJe TJMT – GOVBR https://intranet-mc.tjmt.jus.br/portaldaintranet-arquivos-prod/cms/Manual_2_FA_P_Je_TJMT_GOVBR_579c5d5700.pdf

Manual 2FA PJe TJMT – Autenticadores https://intranet-mc.tjmt.jus.br/portaldaintranet-arquivos-prod/cms/Manual_2_FA_P_Je_TJMT_Autenticadores_0db21e737a.pdf

Suporte técnico

Em caso de dúvidas ou dificuldades no acesso com autenticação multifatorial, os(as) usuários(as) poderão entrar em contato com os canais de suporte exclusivos da CTI, disponíveis a partir de 3 de novembro:

– OAB-MT: (65) 3617-3909

– MPMT / PGE-MT / Defensoria Pública de MT: (65) 3617-3910

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Cemulher avança e instala 94ª rede de enfrentamento à violência doméstica em Nortelândia

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Participantes reunidos no auditório do fórum, segurando placas do CEMULHER. Homens e mulheres de diferentes áreas posam diante das bandeiras institucionais, sob luz branca intensa, em ambiente formal de cerimônia.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso instalou nesta quarta-feira (3) a 94ª Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar no estado, desta vez no município de Nortelândia. A iniciativa integra o trabalho da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip, que segue avançando rumo à marca de 100 redes instaladas em Mato Grosso. A agenda continuou com a implantação da 95ª rede nesta quinta-feira (4), em Nobres, e da 96ª nesta sexta-feira (5), em Campo Novo do Parecis.

A formalização da rede ocorreu com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica nº 01/2025, que reúne Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil, Polícia Militar, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, OAB e secretarias municipais. O compromisso estabelece atuação integrada para prevenir, combater e enfrentar a violência doméstica, assegurando direitos e fortalecendo mecanismos de proteção às mulheres.

Juíza Lorena Malhado aparece sorrindo, usando óculos e camiseta branca do evento, diante do banner rosa do CEMULHER. O local é interno, bem iluminado, com fundo neutro que destaca sua participação na ação institucional.A juíza Lorena Malhado, titular da Comarca de Nortelândia, destacou que a criação da rede marca um novo ciclo no atendimento às vítimas. “A partir de agora, todos os órgãos que fazem atendimento à mulher poderão, de forma integrada, acolhê-la e garantir o atendimento adequado. Esperamos que essa rede seja não apenas um instrumento de combate, mas principalmente de prevenção à violência doméstica”, afirmou.

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Vice-prefeito de Nortelândia, Rubilan de Oliveira aparece de frente, em ambiente interno claro, vestindo camisa social clara. Ele tem barba fina, cabelos escuros e sorri levemente. Ao fundo, vê-se um banner rosa do CEMULHER, indicando evento institucional no local.O vice-prefeito Rubilan de Oliveira ressaltou o impacto social da iniciativa. “É um conjunto de serviços que fortalece e encoraja as mulheres no enfrentamento da violência. O trabalho integrado entre Executivo, Judiciário e Legislativo é essencial para garantir segurança, autonomia e condições para que elas denunciem e rompam o ciclo da violência”, disse.

Escrivã Ana Lígia dos Santos posa em área interna clara, usando blusa vinho florida e óculos. Ela olha para a câmera com expressão serena. O fundo neutro reforça o registro oficial realizado durante o evento em Nortelândia.Para a escrivã Ana Lígia dos Santos, a implantação representa mais agilidade e eficácia no atendimento. “Infelizmente a demanda por casos de violência doméstica é crescente. Com a rede instalada, teremos condições de realizar encaminhamentos imediatos, evitando que a vítima sofra novamente com a morosidade e garantindo respostas rápidas e assertivas.”

A Rede de Enfrentamento prevê ações articuladas entre as instituições parceiras, incluindo acolhimento, garantias de proteção, capacitação de profissionais, fortalecimento da Patrulha Maria da Penha e desenvolvimento de campanhas educativas. O termo tem vigência inicial de 24 meses e será acompanhado periodicamente pelas entidades signatárias.

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Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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