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Mato Grosso

Setasc realiza mutirão para emissão da Carteira de Identificação do Celíaco em Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) inicia, nesta segunda-feira (15.9), o Mutirão de Emissão da Carteira de Identificação do Celíaco, no Ganha Tempo do CPA I. O atendimento segue até quarta-feira (17), das 8h às 17h.

Para a emissão da Carteira de Identificação do Celíaco, a pessoa deve levar o documento de identificação com foto, o Registro Geral (RG), laudo médico que ateste a doença celíaca, além de uma foto do celíaco.

O objetivo da carteira é facilitar o dia-dia do celíaco, tornando-o simples e acessível a garantia de atendimento e acesso à serviços públicos e privados, especialmente nas áreas da saúde, educação e assistência social.

O secretário da Assistência Social e Cidadania do Estado, Klebson Gomes, destaca que o documento vai auxiliar no reconhecimento da condição e na garantia de direitos às pessoas com doença celíaca em Mato Grosso.

“A emissão da Carteira de Identificação do Celíaco é mais um passo importante da Setasc para garantir inclusão, respeito e dignidade. Assim como já fazemos com a Carteira de Identificação do Autista, esse documento vai facilitar o reconhecimento da condição e assegurar que as pessoas com doença celíaca tenham seus direitos respeitados no dia a dia, especialmente no acesso à alimentação adequada. O mutirão aproxima o serviço da população e reforça o compromisso do Governo do Estado com políticas públicas voltadas à saúde, cidadania e bem-estar social”, afirma.

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A doença celíaca é causada pela intolerância permanente ao glúten, elemento proteico presente no trigo, centeio, cevada e aveia. A doença se expressa por inflamação das células intestinais em indivíduos geneticamente predispostos.

Para facilitar a identificação da Pessoa Celíaca, a Setasc emite a Carteira de Identificação do Celíaco, que serve como documento de comprovação da condição. A carteira facilita na garantia de atendimento preferencial em estabelecimentos públicos e privados, além de assegurar refeições especiais em hospitais durante internações.

Com supervisão de Layse Ávila*

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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