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Mato Grosso

Sejus registra 85% de unidades prisionais sem apreensões de materiais ilícitos

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Levantamento da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) aponta que 85% das 41 unidades prisionais de Mato Grosso, ou seja aproximadamente 34 unidades, passaram os últimos seis meses sem registrar apreensões de materiais ilícitos, sobretudo celulares, ou tiveram apenas um único flagrante no período analisado, de 28 de novembro do ano passado a 23 de novembro deste ano.

O levantamento se baseia nas apreensões registradas durante as 997 operações realizadas durante um ano, dentro do Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, nas unidades prisionais do estado. De acordo com o levantamento, em outras seis unidades foram contabilizadas entre duas e quatro ocorrências e, em 18 unidades, não foi apreendido nenhum tipo de ilícito.

Entre as unidades com zero registro de material ilícito estão os Centros de Detenção Provisória de Peixoto de Azevedo e Lucas do Rio Verde, unidades femininas de Nortelândia, Colíder, Arenápolis e Cáceres; e as cadeias masculinas de Araputanga, Chapada dos Guimarães, São Félix do Araguaia, Mirassol d’Oeste, Nobres, Porto Alegre do Norte e a Colônia Penal Agrícola das Palmeiras.

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As unidades prisionais com apenas um registro de ilícito são o Centros de Detenção de Pontes e Lacerda e de Juína, cadeias de Colniza, Barra do Bugres e Diamantino.

O secretário de Justiça de Mato Grosso, Vitor Hugo Bruzulato, destacou a redução das apreensões de celulares desde o início das operações no sistema penitenciário, conduzidas com dois objetivos centrais: enfraquecer a atuação das facções e ampliar o controle interno. “Promover o controle, com isolamento das lideranças, impedindo também a continuidade do ilícito dentro das unidades prisionais, e junto a isso, também trabalhar o enfraquecimento numérico, separando os faccionados daqueles que não são e reduzir a influência criminosa dentro do Sistema Penitenciário”, explicou o gestor da Sejus.

Operações simultâneas

Desde o início do programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas nas unidades prisionais, a Sejus realizou também operações simultâneas para aferir a eficiência das medidas adotadas para ordem e controle do Sistema Penitenciário. Entre a primeira operação simultânea, realizada no ano passado nas 41 unidades e a última neste mês, a redução de aparelhos celulares apreendidos foi de 88,43%.

Em cinco de dezembro de 2024 foram localizados 173 celulares durante a primeira operação simultânea. Já na última, no dia 21 de novembro deste ano, foram localizados 20 aparelhos.

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“Os números mostram que estamos no caminho certo. Na primeira operação realizada ainda no ano passado, logo após a instituição do programa, em 90% das unidades localizamos celulares. Passado um ano, em 85% das nossas unidades prisionais já não são encontrados mais materiais ilícitos”, reforçou o secretário de Justiça.

Tolerância Zero

Lançado em novembro do ano passado pelo Governo do Estado, o programa trouxe reflexos para o sistema de justiça e segurança pública, com a redução dos índices criminais e fortalecimento do Sistema Penitenciário de Mato Grosso. Entre os principais destaques do programa está a criação da Secretaria de Justiça, pasta responsável pela gestão das políticas públicas dos Sistemas Penitenciário e Socioeducativo e Políticas sobre drogas.

As 997 operações do programa no Sistema Penitenciário resultaram, em um ano, na retirada de centenas de materiais proibidos do ambiente prisional, com destaque para 3.623 celulares, 59 drones e 7,1 mil porções de entorpecentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso sedia encontro nacional sobre sistema de gestão hospitalar

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Gestores e especialistas de todo o Brasil se reuniram nesta quinta-feira (4.12), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, para debater o futuro da Saúde Digital e da gestão da saúde no Brasil. O “III Encontro Nacional AGHUse” foi realizado pela comunidade formada por 22 instituições do país, que utilizam o sistema AGHUse (Sistema de Gestão em Saúde).

O AGHUse é um sistema gratuito, considerado referência em gestão hospitalar, que registra os procedimentos administrativos e assistenciais de forma integrada para melhorar o atendimento ao paciente. A ferramenta permite a criação de um prontuário eletrônico único e compartilhado.

“Nós estamos sediando esse encontro da comunidade que desenvolve esse sistema de gerenciamento hospitalar, com a participação hoje de mais de 20 hospitais de renome no Brasil, hospitais federais, hospitais do Exército, da Aeronáutica. O Hospital Central vai ser o primeiro hospital no Brasil que já nasce com o funcionamento desse sistema”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o secretário, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, que será inaugurado no dia 19 de dezembro, vai entrar para a história.

“Não só o Hospital Central, mas vamos implantar esse sistema em todos os demais hospitais do Estado para que a gente consiga ter um gerenciamento único, uma central de comando na Secretaria de Estado que vai permitir termos todas as informações das nossas ocupações de hospitais, dos pacientes que estão internados.”

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O presidente do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Brasil Silva Neto, explicou que a unidade desenvolveu o software livre e se disse orgulhoso da construção coletiva com o aprimoramento da ferramenta pela comunidade AGHUse.

“O AGHUse é uma ferramenta muito completa, muito ampla e que atende uma estrutura hospitalar bastante robusta, como é o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, um hospital universitário que tem 890 leitos, que tem um número de atendimentos bastante grande, predominantemente na alta complexidade. E o AGHUse dá todo esse suporte para o funcionamento do hospital, que além da parte assistencial tem toda a parte de ensino, pesquisa e a gestão”, explicou.

Na Rede Estadual de Saúde de Mato Grosso, a implementação do sistema começou no Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, em abril de 2024. Atualmente, o sistema também está em operação no Hospital Estadual Santa Casa e nos Hospitais Regionais de Rondonópolis e de Sinop. Em breve, ele entrará em funcionamento no Hospital Central e no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac).

As discussões e atividades no “III Encontro Nacional AGHUse” buscam fortalecer a comunidade, permitindo a absorção de conhecimento sobre modelos e soluções práticas.

Nesta quinta-feira (4.12), foram realizadas as palestras “IA com o Avanço das Ferramentas em Cloud”, “Cases de Sucesso na Governança de Projetos AGHUse no HCPA” e “RNDS e Plataformas SUS Digital”, “Certificação de Softwares Hospitalares e o impacto Positivo desse Processo. “Tecnologias para a Saúde”, “Agilizando a Movimentação de Pacientes com Qualidade e Segurança”, “Saúde Pública” e “Saúde Digital”.

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Nesta sexta-feira (5.12), haverá uma reunião dos Comitês da comunidade AHGUse.

Saiba mais sobre a comunidade AGHUse

Os membros que fazem parte da comunidade AGHUse são: Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), as Secretarias Estaduais de Saúde da Mato Grosso, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins, a Força Aérea Brasileira, a Marinha, o Exército Brasileiro, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Fundação Hospitalar e Hemoterapia do Amazonas (HEMOAM), a Unimed Central do Brasil e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Para utilizar o sistema, é necessário que a instituição interessada faça seu ingresso na Comunidade AGHUse, por meio de um instrumento de cooperação ou prestação de serviços com o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, com outros membros já integrantes da comunidade ou com empresas credenciadas.

Ao ingressar na comunidade, a instituição compromete-se a contribuir com o desenvolvimento de melhorias para o sistema e, em contrapartida, recebe continuamente as novas versões atualizadas colaborativamente pelos integrantes.

Fonte: Governo MT – MT

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