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Mato Grosso

Seduc apresenta ações de Educação Profissional e Tecnológica em seminário nacional da FGV

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) participa, nesta quarta e quinta-feira (17 e 18.6), do 3º Seminário da série Diálogos Formativos sobre Gestão da Aprendizagem, realizado no Centro Cultural FGV, no Rio de Janeiro. A secretária de Estado de Educação, Flávia Emanuelle Soares, representa Mato Grosso no encontro, que reúne gestores e especialistas para debater a transformação da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil.

A terceira edição do seminário tem como tema “Transformação da Educação Profissional e Tecnológica no Brasil” e discute caminhos para fortalecer a qualidade da EPT no ensino médio. A programação aborda o desenho de programas, o uso de dados na gestão, a formação de professores e a articulação entre a formação geral básica e a formação técnica.

Durante o evento, Flávia destacou que a expansão da EPT exige mais do que apenas a abertura de turmas. Para ela, a modalidade precisa estar vinculada ao projeto de vida dos estudantes, às vocações econômicas dos municípios e às oportunidades reais do mundo do trabalho.

“A Educação Profissional e Tecnológica representa uma mudança de mentalidade. Ela começa quando o estudante entende que a escola também pode abrir caminhos concretos para o seu futuro. Em Mato Grosso, temos olhado para essa política também sob o recorte da equidade, porque a EPT pode ampliar oportunidades justamente para quem mais precisa de uma formação conectada à vida real”, afirmou a secretária.

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Ela também citou a Expo Estudantil como uma das ações desenvolvidas para aproximar os estudantes das possibilidades de formação e de carreira. O evento é direcionado a alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e reúne empresas de diferentes segmentos, universidades e parceiros como o Sebrae, com palestras, exposições de profissões e atividades voltadas ao empreendedorismo.

Segundo Flávia, esse contato antecipado ajuda o estudante a fazer escolhas mais conscientes antes de chegar ao ensino médio. “Quando o aluno conhece cursos, profissões, empresas e trajetórias possíveis, ele passa a olhar para a escola com outro sentido. A escolha por um percurso formativo não pode ser feita no escuro. Ela precisa vir acompanhada de orientação, repertório e escuta”, disse.

Na Rede Estadual, a Educação Profissional e Tecnológica integra a educação básica à formação técnica, com cursos em áreas ligadas à agricultura, à indústria, aos serviços, à tecnologia, ao meio ambiente e à inovação. A oferta considera as demandas sociais, econômicas e produtivas de cada região, aproximando a escola da realidade dos municípios.

Para 2026, a Seduc ampliou a presença da EPT para 97 municípios, com turmas em 263 escolas e 45 cursos ofertados. A modalidade está presente nas 12 Diretorias Regionais de Educação e na Diretoria Metropolitana de Educação, em parceria com instituições como o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

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Flávia reforçou que o debate nacional evidencia a necessidade de políticas públicas capazes de garantir a escala, a qualidade e a permanência dos estudantes. “Em Mato Grosso, a expansão da EPT na rede estadual é acompanhada de gestão, dados, professores preparados e de parceria com quem conhece o mundo produtivo.”

O seminário reúne experiências brasileiras, evidências internacionais e referências da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A proposta é apoiar os estados na criação, expansão e sustentação de programas de EPT de alta qualidade, com foco no desenvolvimento dos estudantes e na contribuição da educação para o desenvolvimento econômico e social.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Conhecimento além da sala de aula marca visita de acadêmicos ao TJMT

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Mulher de roupa preta discursa para grupo de jovens em pé no Memorial do Judiciário Mato-Grossense, com fotos históricas ao fundo.Acadêmicos de Direito de Tangará da Serra tiveram a oportunidade de sair dos livros e vivenciar in loco a rotina do Poder Judiciário mato-grossense nesta quarta-feira (17). Por meio do projeto Nosso Judiciário, 20 estudantes da Faculdade de Educação Superior de Tangará da Serra (Faest) e da Anhanguera visitaram a sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, acompanharam uma sessão de julgamento e conversaram com magistrados sobre carreira, desafios e perspectivas da profissão.
No Espaço Memória do TJMT, os alunos participaram de um bate-papo com a juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, titular do Gabinete 4 da Primeira Turma Recursal do Poder Judiciário de Mato Grosso e presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam).
Ao receber os estudantes, a magistrada destacou a importância da aproximação entre o Judiciário e a comunidade acadêmica, especialmente pela participação inédita de uma turma de Tangará da Serra (253km da capital) no projeto. “Fiquei muito feliz que mais acadêmicos universitários tenham acesso a esse programa, que há 11 anos promove encontros e ajuda a desmistificar a imagem de distância e falta de acesso ao Tribunal de Justiça”, afirmou.
Abordagem interativa
Em vez de conduzir uma palestra tradicional, a juíza optou por um diálogo aberto com os estudantes, respondendo perguntas sobre carreira, rotina da magistratura, tecnologia e os desafios da profissão.
Mulher de cabelos pretos, roupa e colar pretos sorri para a câmera. Ao fundo, quadros emoldurados com fotos históricas em exposição.Ao final do encontro, ela ressaltou que a interação foi o principal objetivo da atividade. “Eu quis fazer diferente. Quis ouvir deles o que querem saber sobre o Judiciário e sobre a vida de um magistrado. A mensagem que deixo é justamente de interação e aproximação, que é um discurso recorrente do Poder Judiciário”, explicou.
Mulher jovem de cabelos cacheados pretos, óculos redondos e blusa preta sorri. Ao fundo, quadros históricos e vitrines com documentos em exposição.A professora e coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da Faest, Letícia Barros Silva, destacou o impacto da experiência para a formação dos estudantes. “Trouxemos acadêmicos da Faest e da Anhanguera, de períodos distintos, para possibilitar que conhecessem o funcionamento do Tribunal de Justiça. Muitos estiveram pela primeira vez no Palácio da Justiça, tiveram acesso a juízes, desembargadores e puderam acompanhar uma sessão de julgamento. Eles saem daqui com muito mais conhecimento, simpatia pelo Tribunal e uma experiência que certamente contribuirá para suas carreiras”, avaliou.
Segundo ela, a atividade reforça a importância de conectar o conteúdo aprendido em sala de aula à prática profissional. “As aulas se tornam muito melhores quando acontecem em campo. Uma coisa é explicar o regimento do Tribunal, outra é mostrar na prática por que ele existe”, observou.
Prática fortalece a formação
Mulher de cabelos pretos e homem jovem de óculos e blazer bege seguram um Glossário Jurídico no Memorial do Judiciário Mato-Grossense.Para o acadêmico Matheus Gonçalves Prestes, do 9º semestre da Faest, a visita superou as expectativas e proporcionou uma visão concreta da atuação jurídica. “Essa experiência fora da sala de aula enriquece muito o conhecimento do futuro profissional do Direito, porque nos permite sair da formação acadêmica com uma bagagem prática”, disse.
Matheus também destacou a oportunidade de assistir a uma sustentação oral durante a sessão. “Foi muito interessante observar a dinâmica da atuação de uma advogada na prática. Isso contribui muito para a nossa formação e para a compreensão do exercício profissional”, afirmou.
Homem de cabelos escuros, camisa azul-claro sorri para a câmera. Ao fundo, bandeiras e o painel do Memorial do Judiciário Mato-Grossense.Responsável pela coordenação das visitas guiadas do projeto, o técnico judiciário Neif Feguri explicou que a turma de Tangará da Serra encerrou o primeiro semestre de atividades do Nosso Judiciário. “Esta foi a 16ª turma acadêmica a visitar o Tribunal de Justiça neste semestre. No segundo semestre devemos receber entre 18 e 21 novas turmas. Anualmente, passam pelo projeto cerca de 36 turmas, reunindo acadêmicos de diversas cidades de Mato Grosso e até de outros estados”, informou.
Segundo ele, ao longo dos 11 anos de existência do projeto, mais de 11 mil acadêmicos de 17 municípios mato-grossenses e também de Rondônia já participaram das visitas.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Junior Silgueiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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