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Mato Grosso

Polícia Militar inicia 10º Curso Básico de Inteligência de Segurança Pública

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A Polícia Militar de Mato Grosso deu início nesta segunda-feira (27.05) ao 10º Curso Básico de Inteligência de Segurança Pública da Polícia Militar. A aula inaugural ocorreu durante solenidade realizada no auditório do Quartel do Comando Geral, em Cuiabá. Ao todo, 70 agentes participam do curso promovido pela Diretoria da Agência Central de Inteligência da PM (Daci).

A instrução terá duração de duas semanas, com mais de 110 horas/aula.

Nesta edição, participam, ainda, agentes dos órgãos da Polícia Militar, Ministério Público Estadual, Polícia Penal, Guarda Municipal de Várzea Grande, Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado, Secretaria-Adjunta de Inteligência da Sesp e da Polícia Militar de Goiás.

O comandante da Diretoria da Agência Central de Inteligência, coronel Ronaldo Roque da Silva, explicou que a capacitação tem como objetivo dar continuidade às ações de assessoramento ao Comando Geral e comandos regionais na tomada de decisões sobre o policiamento no estado.

O coronel ressaltou que a unidade especializada utiliza meios e técnicas na busca de análise estratégica e criminal na produção de conhecimento, empregando procedimentos sistemáticos, estudos e avaliações, a fim de identificar e compreender as características e modos de atuação da criminalidade.

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“O Sistema de Inteligência da Polícia Militar de Mato Grosso tem apresentado resultados muitos significativos, pelo trabalho exepcional por parte dos nossos agentes e dos mais agentes da segurança em um trabalho conjunto no combate à criminalidade de todos os âmbitos, nas zonas rurais e urbanas do nosso estado”, destacou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, que também participou da sonelidade da aula inaugural, enalteceu o trabalho da instituição em promover a décima turma do Curso Básico de Inteligência de Segurança Pública.

“Mais uma vez estamos formando e capacitando nossos agentes que compõe o Sistema de Inteligência da Polícia Militar, nessa formação continuada, e ainda mais especial que reúne agentes de diversos órgãos da Segurança Pública. Isso só demonstra o quanto estamos a frente do tempo no quesito segurança pública e para nós é uma honra, pois estamos avançando em todos os aspectos”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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