Mato Grosso
Polícia Civil prende homem por tráfico de drogas no Ribeirão do Lipa
A Polícia Civil desencadeou uma ação de monitoramento, que culminou na prisão de um homem, de 24 anos, pelo crime de tráfico de drogas. A prisão ocorreu nesta terça-feira (11.11), no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá.
A ação foi resultado de uma investigação preliminar, após uma denúncia recebida pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc) de que uma residência estaria funcionando como ponto de comércio de entorpecentes.
Durante diligências, os policiais constataram intensa movimentação de pessoas na residência, com indícios típicos da comercialização de drogas. A equipe, então, procedeu à aproximação ao local. Lá, encontraram o suspeito na frente da casa, que correu para o interior do imóvel ao perceber aproximação dos policiais.
O homem foi detido em flagrante delito, confessando a prática de tráfico de drogas, bem como apontando onde armazenava os entorpecentes. No local foram apreendidas substâncias análogas à maconha e cocaína, uma balança de precisão, um rolo e meio de plástico filme e uma sacola com centenas de pinos (usados para embalar a droga), uma faca com resquícios de entorpecente, um aparelho celular e cerca de R$ 600 reais em dinheiro.
Diante dos fatos, o suspeito e todo material apreendido foram entregues na Denarc para realização dos procedimentos legais cabíveis.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT
Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.
O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.
Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.
Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.
Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.
Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.
O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.
Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.
“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.
Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.
“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.
Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.
Fonte: Governo MT – MT
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