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Mato Grosso

investimentos de R$ 582 milhões do Governo de MT melhoram a infraestrutura e educação em Juara

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Em sete anos, o município de Juara contou com R$ 582,6 milhões em investimentos do Governo de Mato Grosso. Os recursos foram aplicados em obras de infraestrutura, melhorias na saúde, educação e ações sociais.

Entre os principais investimentos na infraestrutura, destacam-se os 92 quilômetros de asfalto novo na MT-325 e as cinco pontes de concreto nas rodovias MT-325, MT-242 e MT-338, que somam mais de 727 metros de extensão e passam sobre os rios Arinos IV, do Sangue I, Peixes I e Patos, além do córrego Jaú. O Governo também firmou convênios com o município para garantir o asfaltamento de diversas ruas e avenidas na área urbana.

Na saúde, os investimentos possibilitaram a ampliação do Hospital Municipal Elidia Marchietto Santillo, além da realização de 323 exames de alta complexidade e 49 cirurgias eletivas.

A área da educação também foi contemplada com a construção de uma Escola Técnica Estadual, além da entrega de 12 ônibus para o transporte escolar e 1.830 chromebooks para as escolas estaduais.

Na área social, foram distribuídas 9.830 cestas básicas por meio do programa SER Família Solidário e 2.316 cobertores pelo programa SER Família Aconchego. O Governo de Mato Grosso ainda incentivou a geração de emprego e renda no município com cursos de qualificação profissional gratuitos, oferecidos por meio do programa SER Família Capacita.

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Os investimentos do Estado contemplam diferentes áreas e contribuem diretamente para fortalecer a infraestrutura e ampliar os serviços oferecidos à população de Juara. Nesta quinta-feira (12.3), uma comitiva do Governo do Estado anuncia novos investimentos para o município.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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