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Governador afirma que decreto federal é um “absurdo” que tenta culpar a PM pela violência no país

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O governador Mauro Mendes afirmou que o decreto federal que visa restringir a atuação da polícia no país, publicado nos últimos dias, é um “absurdo” que tenta culpar a Polícia Militar pelo grave problema de Segurança Pública do país.

Em entrevista à Jovem Pan News, na noite deste sábado (28.12), Mauro declarou que Mato Grosso não irá se submeter às orientações e continuará com politica de Tolerância Zero com os criminosos.

“Eu discordo completamente dessa estratégia de querer fazer esse grande debate em cima da Polícia Militar, como se eles fossem os causadores dos grandes índices de violência e da insegurança que o cidadão brasileiro tem hoje em praticamente todos os estados e na grande maioria das cidades brasileiras. Para mim é um absurdo”, pontuou.

Para o governador, o decreto não passa de um “factoide”.

“É uma mudança completa de contexto e de foco. O Brasil teve nos últimos anos mais de 40 mil assassinatos. É o país que mais mata em números absolutos no mundo. Então isso tem que ser combatido com leis duras, combatido com inteligência, com estratégia e não criando esse factoide”, criticou.

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O decreto federal prevê, entre outras restrições, que as forças de Segurança não podem usar arma de fogo em situações de pessoa em fuga que esteja desarmada ou contra veículo que desrespeite bloqueio policial.

Mesmo não sendo obrigatória a adoção pelas polícias estaduais, o Governo Federal só passará recursos para os fundos de Segurança aos estados que seguirem essas normas.

“O dinheirinho da União é muito pouco diante daquilo que todos os estados brasileiros estão investindo. Os recursos para a Segurança Pública, Polícia Penal que nós bancamos com o dinheiro do Estado é muito, mas muito maior do que esse dinheirinho que eventualmente deixaria de vir. No meu estado eu já adianto: prefiro deixar de receber esse dinheirinho a ter que seguir uma regra que eu acredito que não vai ajudar na estratégia de melhorar o ambiente de segurança para o cidadão e para a sociedade”, adiantou.

Mauro ainda defendeu a atuação da Polícia Militar e pontuou que o Brasil precisa de medidas realmente efetivas para enfrentar a violência.

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“É a minoria, zero vírgula qualquer coisa por cento dos policiais que tem desvio de conduta. A grande maioria são cidadãos de bem que trabalham para prover segurança pública em todos os estados e todas as cidades brasileiras”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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Primeira Lei Seca em Várzea Grande prende um condutor por embriaguez e remove 41 motocicletas

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A primeira edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quarta-feira (15.01) na Avenida Doutor Paraná, no bairro Alameda, em Várzea Grande, resultou na prisão de uma pessoa por embriaguez ao volante.

Esta edição da operação foi voltada apenas para motociclistas. Na ocasião, foram fiscalizadas 259 motocicletas e aplicados 260 testes de alcoolemia, que resultaram em 82 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo duas por conduzir veículo sob efeito de álcool. Durante a operação, nenhuma pessoa abordada se recusou a passar pelo teste de alcoolemia.

O motorista detido, além de ser autuado por dirigir embriagado, conforme artigo n° 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ainda possuía agravante por não possuir licença para dirigir – o que infringia o artigo n° 298 do CTB.

Entre os 82 autos de infração, foram 18 por condução de veículo sem licenciamento, 21 por dirigir sem CNH, dois por conduzir sob efeito de álcool e 19 por infrações. A fiscalização autuou 60 veículos e 41 deles foram removidos.

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A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e conta com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Guarda Municipal de Várzea Grande, do Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Fonte: Governo MT – MT

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