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CÂMBIO EM ALTA

Real lidera valorização global em 2026 e dólar cai abaixo de R$ 5 após mais de dois anos

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Alta de quase 11% coloca moeda brasileira no topo entre economias relevantes

O real brasileiro lidera a valorização entre as principais moedas do mundo em 2026, com alta de quase 11% frente ao dólar desde o início do ano.

A moeda norte-americana chegou a ser cotada abaixo de R$ 5 (R$ 4,99), algo que não ocorria há mais de dois anos, refletindo um cenário de enfraquecimento global do dólar combinado com fatores internos favoráveis ao Brasil.

Entre os principais impulsionadores está a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 14,75%, que aumenta a atratividade do país para investidores estrangeiros.

Outro fator decisivo é o desempenho das commodities. Como grande exportador de produtos como soja, minério de ferro, carne bovina e petróleo, o Brasil se beneficia diretamente da alta nos preços internacionais, o que eleva as receitas externas e fortalece a demanda pela moeda nacional.

Além disso, o cenário internacional também contribui. A desaceleração da economia dos Estados Unidos tem pressionado o dólar globalmente, ampliando o espaço para valorização de moedas emergentes.

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Especialistas apontam que a combinação de juros elevados, fluxo de capital estrangeiro e força das exportações cria um ambiente favorável para o real, que se destaca entre moedas de economias relevantes.

Apesar do desempenho positivo, analistas alertam que o câmbio segue sensível a fatores externos, como política monetária internacional e oscilações no mercado de commodities.

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Economia

“Queremos liderar o mercado”, diz diretor com nova fábrica que pode levar Grupo DBS a recorde de motos elétricas

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Empresa amplia operação na Zona Franca de Manaus e projeta produção histórica até 2026

O Grupo DBS anunciou uma expansão estratégica na Zona Franca de Manaus com a meta de alcançar a marca histórica de 15 mil motocicletas elétricas produzidas até 2026.

O avanço inclui a construção de uma nova fábrica com 4 mil metros quadrados, que será responsável pela montagem de motocicletas elétricas e também modelos a combustão. A unidade atual, de 1.500 m², continuará voltada à produção de bicicletas e ciclomotores.

A iniciativa conta com parceria tecnológica da Vammo, que também projeta investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos dois anos, com foco em baterias, infraestrutura de recarga e expansão da frota — atualmente com cerca de 5 mil motos voltadas a entregadores.

Segundo o diretor de marketing da empresa, Ricardo Ducco, o objetivo é consolidar um ecossistema de mobilidade urbana sustentável. “Queremos liderar o mercado com soluções eficientes e acessíveis para grandes centros”, afirmou.

A produção já foi iniciada em abril, com cronograma escalonado que inclui novas linhas ao longo de maio. A inauguração oficial da planta está prevista para o dia 25 de junho.

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Além do impacto industrial, o projeto deve gerar cerca de 200 empregos diretos na região, fortalecendo a economia local.

Dados da Fenabrave indicam que a empresa vive um momento de crescimento: subiu da 16ª para a 11ª posição no ranking nacional e já lidera o segmento de veículos eletrificados, com mais de 28% de participação.

A expectativa é encerrar 2025 com cerca de 900 unidades entregues, consolidando o Grupo DBS como um dos principais nomes na transição para a mobilidade elétrica no Brasil.

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