Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

CRISE NO PETRÓLEO

“Efeito cascata pode durar meses”, alertam agências sobre impacto da guerra nos combustíveis

Publicado em

Cadeia global enfrenta gargalos logísticos e Brasil pode sentir pressão no preço do diesel

A guerra no Oriente Médio já começa a provocar reflexos no mercado global de combustíveis, e os efeitos devem se prolongar por meses, mesmo diante de um possível cessar-fogo. O alerta é de organismos internacionais como a U.S. Energy Information Administration (EIA) e a International Energy Agency (IEA).

Segundo as agências, o setor enfrenta uma espécie de “ressaca logística” após conflitos geopolíticos, resultado da alta complexidade da cadeia global do petróleo e da baixa margem para falhas operacionais.

Quando há rupturas — como guerras — os impactos vão além do período de conflito. O sistema sofre um efeito em cascata, com atrasos na entrega, quebra de contratos, acúmulo de cargas e gargalos logísticos que levam tempo para serem normalizados, mesmo após uma eventual estabilização do cenário.

Esse cenário já acende um alerta para países dependentes de importações ou sensíveis à variação internacional, como o Brasil, especialmente em relação ao diesel, combustível essencial para transporte e logística.

Leia Também:  Égua do Exército foge de regimento e morre atropelada por carreta na Avenida Brasil; raça chega a valer R$ 1 milhão

Diante da instabilidade, o governo brasileiro avalia medidas para conter possíveis impactos ao consumidor, incluindo a possibilidade de subsídios à gasolina, caso o conflito se intensifique.

A preocupação central é evitar que a volatilidade do mercado internacional seja repassada integralmente aos preços internos, o que poderia pressionar a inflação e afetar diretamente o custo de vida da população.

O cenário reforça a dependência global do petróleo e evidencia como crises internacionais têm reflexos diretos no cotidiano, desde o preço nas bombas até a estabilidade no abastecimento.

Advertisement

Economia

“Queremos liderar o mercado”, diz diretor com nova fábrica que pode levar Grupo DBS a recorde de motos elétricas

Published

on

Empresa amplia operação na Zona Franca de Manaus e projeta produção histórica até 2026

O Grupo DBS anunciou uma expansão estratégica na Zona Franca de Manaus com a meta de alcançar a marca histórica de 15 mil motocicletas elétricas produzidas até 2026.

O avanço inclui a construção de uma nova fábrica com 4 mil metros quadrados, que será responsável pela montagem de motocicletas elétricas e também modelos a combustão. A unidade atual, de 1.500 m², continuará voltada à produção de bicicletas e ciclomotores.

A iniciativa conta com parceria tecnológica da Vammo, que também projeta investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos dois anos, com foco em baterias, infraestrutura de recarga e expansão da frota — atualmente com cerca de 5 mil motos voltadas a entregadores.

Segundo o diretor de marketing da empresa, Ricardo Ducco, o objetivo é consolidar um ecossistema de mobilidade urbana sustentável. “Queremos liderar o mercado com soluções eficientes e acessíveis para grandes centros”, afirmou.

A produção já foi iniciada em abril, com cronograma escalonado que inclui novas linhas ao longo de maio. A inauguração oficial da planta está prevista para o dia 25 de junho.

Leia Também:  CNU: candidatos têm até esta 4ª feira (21/8) para entrar com recurso

Além do impacto industrial, o projeto deve gerar cerca de 200 empregos diretos na região, fortalecendo a economia local.

Dados da Fenabrave indicam que a empresa vive um momento de crescimento: subiu da 16ª para a 11ª posição no ranking nacional e já lidera o segmento de veículos eletrificados, com mais de 28% de participação.

A expectativa é encerrar 2025 com cerca de 900 unidades entregues, consolidando o Grupo DBS como um dos principais nomes na transição para a mobilidade elétrica no Brasil.

Continue Reading

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA