Lucas do Rio Verde - MT
Mutirão de Limpeza segue até 07 de dezembro em Lucas do Rio Verde
Nesta semana, os bairros atendidos serão Parque das Emas e Bandeirantes, conforme o cronograma. Os moradores devem deixar o material para descarte dias antes da data programada para a região.
A iniciativa já passou pelos bairros Jaime Seiti Fujii, Parque das Américas, Parque das Araras, Cerrado, Jardim Imperial, Bom Jesus, Ventura, Veneza, Jardim Europa, Jardim Amazônia, Primaveras, Rio Verde, Cidade Nova, Alvorada, Jardim das Palmeiras, Tessele Junior e Industrial
O Mutirão de Limpeza é idealizado pela Secretaria de Infraestrutura e Obras e conta com ações da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente que, nesta edição, está fazendo a coleta de pneus e a destinação correta do material.
O que pode ser levado no Mutirão
Serão recolhidos materiais como móveis usados, galhos de árvores, restos de grama, entre outros materiais que necessitam de um local para ser destinado. A orientação é para que a população esteja atenta às datas de cada bairro e só coloque os materiais em frente à residência mais próxima da data estipulada na programação.
Limpeza urbana
Simultâneo ao trabalho do mutirão, as equipes de limpeza urbana continuam atuando em todos os bairros da cidade, com cronograma específico para coleta de materiais, como móveis velhos, massa verde em pequena quantidade e corte de grama devidamente armazenados em sacos. Já os materiais de grande volume, como demolição, grandes obras e podas e cortes grandes não fazem parte do mutirão e é responsabilidade do morador dar destinação final a estes resíduos.
Para saber mais sobre a limpeza urbana, acesse: www.lucasdorioverde.mt.gov.br/site/noticias/confira-quando-o-caminhao-da-coleta-de-lixo-passa-no-seu-bairro-10383.
Lucas do Rio Verde - MT
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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