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EXECUÇÃO NA BAIXADA

Quatro homens ligados à morte de criança são encontrados mortos; VEJA O VÍDEO

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Os suspeitos da morte da criança de 8 anos foram encontrados mortos no Centro de Nova Iguaçu, em possível retaliação da facção

Quatro homens, apontados como integrantes do Comando Vermelho (CV) e suspeitos da morte da menina V. S, de 8 anos, foram encontrados mortos no Centro de Nova Iguaçu.

Os corpos apresentavam sinais de espancamento e marcas de tiros, caracterizando uma execução típica do chamado “tribunal do crime”.

As vítimas foram identificadas como Weslley de Souza (23), Wilson Adriano (20), João Vitor Araújo (19) e Lucas Plínio (25). De acordo com a polícia, Weslley, João e Lucas já tinham mandados de prisão decretados e eram procurados pela participação no assassinato de Valentina.

Segundo informações da polícia, a própria cúpula do CV teria decidido pela eliminação dos criminosos após repercussão negativa e pressão policial gerada pelo crime contra a criança.

O assassinato da criança ocorreu na última quarta-feira (11), no bairro Engenho Pequeno. A menina estava com o pai em um carro quando foi abordada pelo grupo. Os criminosos anunciaram o assalto e dispararam contra o veículo, atingindo a cabeça da criança. Ela foi levada ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu e morreu no sábado (14). A criança foi enterrada no domingo (15), em cerimônia restrita e marcada por comoção.

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Investigações da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) revelaram que, antes do crime, o quarteto participou de assaltos em bairros como Vila Valqueire, Sulacap e Guadalupe, mantendo reféns e realizando saques bancários.

Apesar da execução dos suspeitos, a DHBF mantém as investigações para identificar outros envolvidos, incluindo um motociclista que dava cobertura ao grupo. A polícia busca confirmar se a morte dos quatro foi uma ordem direta da liderança do CV para “limpar” a imagem da facção na região.

Veja o video

 

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Brasil

“Definição da divisa pode impactar municípios”, diz Dino em audiência sobre área de disputa entre Mato Grosso e Pará

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Dino reúne autoridades, parlamentares e representantes dos estados para buscar solução consensual sobre território de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, vai conduzir na quarta-feira (10), às 9h, uma audiência de conciliação para discutir a disputa territorial entre Mato Grosso e Pará. A iniciativa busca construir um entendimento entre os dois estados sobre uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados cuja delimitação é alvo de divergência judicial.

O debate ocorre após Mato Grosso ingressar, em maio de 2023, com uma nova ação questionando uma decisão unânime do STF proferida em 2020, que manteve a demarcação territorial estabelecida oficialmente em 1922. No processo, o governo mato-grossense reivindica o reconhecimento de parte da área, incluindo a região da Cachoeira das Sete Quedas.

A controvérsia afeta diretamente seis municípios paraenses: Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

Além do impasse jurídico entre os estados, uma eventual alteração dos limites geográficos poderá produzir reflexos econômicos, fundiários e administrativos na região. Entre os principais pontos em discussão estão a arrecadação de tributos, a regularização de propriedades rurais e a segurança jurídica para moradores e produtores instalados nas áreas contestadas.

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Para a audiência, foram convocados representantes da União, das bancadas federais e das assembleias legislativas de Mato Grosso e Pará. Conforme o cronograma estabelecido pelo STF, integrantes dos poderes Executivo e Legislativo de cada estado terão até 30 minutos para apresentar seus argumentos.

Também foram autorizados a participar da sessão representantes do município de São Félix do Xingu, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso e os senadores Jayme Campos, Wellington Fagundes, Carlos Fávaro e Zequinha Marinho.

Os trabalhos serão encerrados após manifestação da Procuradoria-Geral da República, que deverá apresentar seu posicionamento sobre o caso.

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