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EM BRASÍLIA

Jair Bolsonaro passa mal em unidade militar e é levado às pressas a hospital em Brasília

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Segundo Flávio Bolsonaro, ex-presidente apresentou vômitos e calafrios antes de ser encaminhado ao hospital

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um mal-estar na manhã desta sexta-feira (13) e precisou ser encaminhado para atendimento médico em Brasília.

A informação foi divulgada nas redes sociais pelo filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que relatou que o pai apresentou episódios de vômito e calafrios.

Bolsonaro está preso em uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, na capital federal, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por envolvimento em tentativa de golpe de Estado.

“Acabo de receber a notícia de que meu pai Jair Bolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez. Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante”, escreveu o senador nas redes sociais.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a equipe foi acionada por volta das 7h40 para prestar atendimento ao ex-presidente.

Bolsonaro foi encaminhado ao Hospital DF Star e chegou à unidade por volta das 8h50 em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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Até o momento, nem o hospital nem a unidade prisional divulgaram informações oficiais sobre o estado de saúde do ex-presidente.

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Brasil

“Definição da divisa pode impactar municípios”, diz Dino em audiência sobre área de disputa entre Mato Grosso e Pará

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Dino reúne autoridades, parlamentares e representantes dos estados para buscar solução consensual sobre território de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, vai conduzir na quarta-feira (10), às 9h, uma audiência de conciliação para discutir a disputa territorial entre Mato Grosso e Pará. A iniciativa busca construir um entendimento entre os dois estados sobre uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados cuja delimitação é alvo de divergência judicial.

O debate ocorre após Mato Grosso ingressar, em maio de 2023, com uma nova ação questionando uma decisão unânime do STF proferida em 2020, que manteve a demarcação territorial estabelecida oficialmente em 1922. No processo, o governo mato-grossense reivindica o reconhecimento de parte da área, incluindo a região da Cachoeira das Sete Quedas.

A controvérsia afeta diretamente seis municípios paraenses: Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

Além do impasse jurídico entre os estados, uma eventual alteração dos limites geográficos poderá produzir reflexos econômicos, fundiários e administrativos na região. Entre os principais pontos em discussão estão a arrecadação de tributos, a regularização de propriedades rurais e a segurança jurídica para moradores e produtores instalados nas áreas contestadas.

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Para a audiência, foram convocados representantes da União, das bancadas federais e das assembleias legislativas de Mato Grosso e Pará. Conforme o cronograma estabelecido pelo STF, integrantes dos poderes Executivo e Legislativo de cada estado terão até 30 minutos para apresentar seus argumentos.

Também foram autorizados a participar da sessão representantes do município de São Félix do Xingu, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso e os senadores Jayme Campos, Wellington Fagundes, Carlos Fávaro e Zequinha Marinho.

Os trabalhos serão encerrados após manifestação da Procuradoria-Geral da República, que deverá apresentar seu posicionamento sobre o caso.

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