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Polícia Civil prende sete pessoas e fecha ponto de venda de drogas

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Cinco homens e duas mulheres envolvidas com o tráfico de drogas em Nova Mutum (264 km a norte de Cuiabá) foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (03.05), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município.

A ação resultou na apreensão de diversas porções de entorpecente, munições, material utilizado para embalo da droga, aparelhos celulares e dinheiro.

Os sete suspeitos flagrados na residência que funcionava como ponto de venda de entorpecentes foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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As diligências iniciaram após os policiais da Derf Nova Mutum receberem informações de que na residência, localizada no bairro Beija-flor estava acontecendo um intenso movimento de tráfico de drogas com grande fluxo de usuários no local.

Durante monitoramento do endereço, os policiais constataram a veracidade das informações, flagrando o momento em que um dos suspeitos, ao perceber a equipe policial¿, dispensou uma porção de entorpecente. Diante dos fatos, foi realizada a abordagem do suspeito confirmando a informação de que na residência funcionava uma boca de fumo.

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Em buscas no local, os policiais apreenderam 15 munições de calibre 9 mm, 80 pinos de cocaína, 25 porções de maconha, 19 porções de pasta base de cocaína, além de inúmeros pinos (eppendorf) utilizados para a embalagem de cocaína, aparelhos celulares e quantia em dinheiro, possivelmente oriundo do tráfico.

Diante dos fatos, as sete pessoas que estavam na casa foram conduzidas à Derf, onde após serem interrogadas foram autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocadas à disposição da Justiça.

O delegado titular da Derf Nova Mutum, Rodrigo Rufato, destacou que com a prisão dos suspeitos as investigações seguem em andamento. “Além da venda de drogas no local, as investigações visam apurar se no endereço também estava sendo realizado o abastecimento de outros traficantes”, disse o delegado.

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Ex-diretor da Unimed Cuiabá e mais cinco viram réus por estelionato e lavagem de dinheiro na Justiça Federal

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Decisão aponta indícios mínimos para abertura da ação penal; processo envolve suposto esquema com prejuízo milionário

O juiz federal Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus o ex-diretor da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, além de outras cinco pessoas ligadas à gestão da unidade.

Também passam a responder à ação penal Jaqueline Proença Larrea Mees, Eroaldo de Oliveira, Ana Paula Parizotto, Erikson Tesolini Viana e Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma.

Na decisão, assinada no dia 23, o magistrado considerou que a denúncia atende aos requisitos legais e apresenta indícios mínimos de autoria e materialidade, o que autoriza o início da ação penal.

Com o recebimento da denúncia, o caso deixa a fase de investigação e passa a tramitar como processo criminal. Os acusados serão citados para apresentar defesa.

Segundo o MPF, o grupo é suspeito de envolvimento em um esquema que teria causado prejuízos milionários por meio de fraudes e ocultação de valores.

O juiz também homologou o arquivamento parcial em relação a Tatiana Gracielle Bassan Leite, por ausência de provas. Já em relação a Suzana Palma, foi afastada a acusação de lavagem de dinheiro, permanecendo apenas o crime de estelionato.

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Na mesma decisão, foi mantido o sigilo apenas sobre documentos bancários considerados sensíveis, enquanto o restante do processo passa a tramitar de forma pública.

O magistrado ainda negou a proposta de acordo de não persecução penal aos investigados, seguindo entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que a medida não exige notificação prévia.

Por fim, determinou o envio de ofício à Caixa Econômica Federal, que deverá apresentar informações no prazo de 45 dias, como parte das diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal.

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