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TRÂNSITO FATAL

Motorista bate em carro parado na faixa e mata idosa atropelada na calçada; VEJA VÍDEO

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Populares se uniram para erguer veículo e tentar salvar a vítima de 64 anos; outras quatro pessoas ficaram feridas em Várzea Grande

Um grave acidente na Avenida da FEB, em Várzea Grande, resultou na morte de Alice da Silva Barros, de 64 anos, e deixou outras quatro pessoas feridas na tarde desta terça-feira. A idosa foi atropelada quando já estava em cima da calçada, logo após atravessar a via pela faixa de pedestres. Vídeos gravados por testemunhas logo após o impacto mostram o desespero no local e a mobilização de populares, que se uniram para erguer o automóvel e retirar o corpo da vítima.

Segundo informações da Guarda Municipal, o trânsito havia parado para dar passagem aos pedestres. O motorista de um Ford Ka reduziu a velocidade e parou na pista central para respeitar a sinalização, mas o condutor de um VW Gol, que vinha logo atrás após uma tentativa frustrada de ultrapassagem pela esquerda, não conseguiu frear a tempo e atingiu violentamente a traseira do Ka.

Com a força do impacto, o Ford Ka foi arremessado para a frente, invadiu o canteiro e subiu na calçada onde Alice estava parada. A idosa foi prensada e faleceu antes da chegada do socorro médico. A colisão em cadeia também atingiu Paulina Neres de Barros, de 70 anos, que foi atropelada e socorrida pelo Samu.

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Além das duas mulheres, a batida prensou uma motocicleta com dois ocupantes e atingiu um terceiro pedestre que passava pelo local. Todos os sobreviventes foram levados conscientes para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande por equipes dos Bombeiros e do Samu. A Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito assumiu o caso para investigar a responsabilidade do condutor que provocou o engavetamento.

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Agronegócio

Governo bloqueia R$ 518 milhões do Seguro Rural antes do novo Plano Safra

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O governo federal retirou R$ 56,3 milhões adicionais do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Com o bloqueio de R$ 461,7 milhões efetuado em 9 de junho, o total retido pelo Executivo alcança R$ 518 milhões — mais da metade do orçamento previsto para 2026. A medida tensiona as negociações a sete dias do lançamento do Plano Safra 2026/27, marcado para 1º de julho.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) contestou os cortes. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion, afirmou que a retenção reduz a proteção financeira do produtor e desconsidera o aumento da frequência de eventos climáticos extremos. Segundo a entidade, os sucessivos bloqueios evidenciam a falta de prioridade do governo para a resiliência do campo e o descumprimento de expectativas de aporte para o seguro.

O seguro rural atua como o principal mecanismo de transferência de risco para o agricultor. Com a redução da subvenção, o mercado projeta encarecimento das apólices e restrição na oferta de cobertura. Pequenos e médios produtores, dependentes do subsídio estatal para obter financiamento bancário, devem ser os mais afetados pela medida.

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O Ministério da Agricultura (Mapa) justificou o contingenciamento como exigência das metas fiscais definidas pela Junta de Execução Orçamentária (JEO), admitindo que a disponibilidade de recursos reduz o alcance do programa para o novo ciclo agrícola.

A oposição ao bloqueio se concentra na tentativa de blindar o orçamento do setor. A FPA pressiona pela votação do projeto de lei da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que proíbe o contingenciamento do PSR. O tema será o principal ponto de embate durante o anúncio do Plano Safra na próxima semana, quando o setor cobrará medidas de recomposição para garantir a viabilidade dos investimentos para a safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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