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IDENTIDADE FALSA NÃO COLA

Mandante de espancamento da ex-companheira é preso após tentar se passar pelo irmão gêmeo durante abordagem da PRF

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Foragido por sequestro e agressões em Cuiabá, suspeito foi desmascarado após demonstrar nervosismo durante fiscalização em rodovia

Um homem apontado como mandante de um sequestro seguido de agressões contra a ex-companheira foi preso no Rio de Janeiro após tentar enganar a polícia usando um documento falso com a identidade do próprio irmão gêmeo.

A prisão ocorreu durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um veículo com placas de Cuiabá. No carro estavam outras pessoas, incluindo crianças, o que inicialmente não levantou suspeitas dos agentes.

Durante a fiscalização, o suspeito apresentou documentação em nome de outra pessoa. No entanto, o nervosismo e o comportamento considerado suspeito chamaram a atenção da equipe, que decidiu aprofundar a checagem.

Após verificação detalhada, os policiais descobriram que ele utilizava a identidade do irmão gêmeo para tentar escapar da Justiça. A farsa foi desmascarada e, na sequência, foi confirmado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele.

O homem recebeu voz de prisão no local e foi encaminhado à delegacia no Rio de Janeiro. Os demais ocupantes do veículo também foram levados para prestar esclarecimentos.

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O crime que motivou a prisão aconteceu no dia 13 de abril, em Cuiabá. Conforme as investigações, a vítima foi retirada à força da casa do pai por um grupo de criminosos.

Ela foi colocada em um carro e agredida durante todo o período em que esteve sob poder dos suspeitos. Horas depois, foi abandonada em uma região afastada, com diversos ferimentos pelo corpo.

A mulher foi socorrida e levada para atendimento médico, onde foram constatadas lesões graves, incluindo fratura em uma das costelas.

Mesmo após o crime, o suspeito ainda teria tentado intimidar a vítima por meio de ligações telefônicas, o que agravou ainda mais a situação.

O caso segue sob investigação das autoridades de Mato Grosso.

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Agronegócio

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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