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Agronegócio

Enchentes: R$ 5 bilhões foi o prejuízo do agronegócio gaúcho, diz CNM

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As enchentes de maio no Rio Grande do Sul causaram um prejuízo de R$ 5 bilhões ao setor agropecuário do Rio Grande do Sul, segundo relatório da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), divulgado nesta quarta-feira (24.07).

Desse total, a agricultura sofreu perdas de R$ 4,5 bilhões, enquanto a pecuária registrou R$ 514,7 milhões em danos. Esses valores representam 39% do total de prejuízos das enchentes, que somaram R$ 12,8 bilhões.

As chuvas afetaram 4,3 milhões de pessoas, resultando em 182 mortes, 31 desaparecidos, 98,5 mil desabrigados e 701,1 mil desalojados.

Além do agronegócio, o setor habitacional também enfrentou grandes dificuldades, representando 36,7% dos danos, com R$ 4,7 bilhões em perdas e 112,3 mil unidades habitacionais danificadas ou destruídas.

Dos 478 municípios afetados, apenas 176 forneceram detalhes completos dos danos, sugerindo que os prejuízos reais podem ser ainda maiores. A CNM ressalta que os dados preliminares indicam uma situação crítica, especialmente para o agronegócio, que é vital para a economia da região.

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Fonte: Pensar Agro

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Ex-diretor da Unimed Cuiabá e mais cinco viram réus por estelionato e lavagem de dinheiro na Justiça Federal

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Decisão aponta indícios mínimos para abertura da ação penal; processo envolve suposto esquema com prejuízo milionário

O juiz federal Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus o ex-diretor da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, além de outras cinco pessoas ligadas à gestão da unidade.

Também passam a responder à ação penal Jaqueline Proença Larrea Mees, Eroaldo de Oliveira, Ana Paula Parizotto, Erikson Tesolini Viana e Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma.

Na decisão, assinada no dia 23, o magistrado considerou que a denúncia atende aos requisitos legais e apresenta indícios mínimos de autoria e materialidade, o que autoriza o início da ação penal.

Com o recebimento da denúncia, o caso deixa a fase de investigação e passa a tramitar como processo criminal. Os acusados serão citados para apresentar defesa.

Segundo o MPF, o grupo é suspeito de envolvimento em um esquema que teria causado prejuízos milionários por meio de fraudes e ocultação de valores.

O juiz também homologou o arquivamento parcial em relação a Tatiana Gracielle Bassan Leite, por ausência de provas. Já em relação a Suzana Palma, foi afastada a acusação de lavagem de dinheiro, permanecendo apenas o crime de estelionato.

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Na mesma decisão, foi mantido o sigilo apenas sobre documentos bancários considerados sensíveis, enquanto o restante do processo passa a tramitar de forma pública.

O magistrado ainda negou a proposta de acordo de não persecução penal aos investigados, seguindo entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que a medida não exige notificação prévia.

Por fim, determinou o envio de ofício à Caixa Econômica Federal, que deverá apresentar informações no prazo de 45 dias, como parte das diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal.

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