ECONOMIA DA CAPITAL
Cesta básica segue em ritmo de queda pela quarta semana consecutiva em Cuiabá
Em tendência de queda, a cesta básica demonstrou pela quarta semana consecutiva recuo no seu preço, dessa vez de -0,59%. O impacto da redução foi observado em seis dos 13 itens que compõem o mantimento, atingindo um custo médio de R$ 767,58 na terceira semana de julho.
O levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) mostra que o valor atual se aproxima do observado no mesmo período do ano passado, ficando apenas 0,47% maior.
O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destaca a variação para menos do preço do mantimento observada no ano, contribuindo para a melhora no poder de compra das famílias na capital, o que também pode refletir em todo estado. “Esta dinâmica de redução por quatro semanas seguidas no valor médio da cesta básica se destaca por favorecer no consumo das famílias na capital e até no estado, principalmente após o alto patamar da cesta na terceira semana do mês anterior, em que o averiguado ficou acima dos R$ 810,00”.
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A principal variação está atrelada à diminuição do tomate e da carne bovina, de -10,61% e -1,47%, respectivamente. Para o fruto, conforme análise do IPF-MT, o recuo no preço médio pode estar ligado à permanência da intensa produção, influenciada pelas condições climáticas que aceleraram o ciclo produtivo e a maturação do hortifruti no período, aumentando a oferta e reduzindo os preços. Com custo médio de 5,92/kg, o tomate está com valor atual 32,90% menor que o averiguado no mesmo período do ano passado, que foi de R$ 8,83/kg.
Com relação à carne bovina, a variação que colocou seu preço médio em R$ 34,41/kg pode estar relacionada ao incremento da oferta no estado, além das dinâmicas de preço local, que podem ter contribuído para o recuo de preços registrado esta semana. O produto também está com valor atual inferior ao observado no mesmo período do ano passado, em -3,31%.
Já a batata registrou a maior variação positiva nesta semana sobre a anterior, de 6,99%, atingindo valor médio de R$ 10,64/kg. O aumento, pela segunda semana consecutiva, está relacionado à redução da sua oferta, em decorrência do tempo chuvoso nas principais regiões produtoras do tubérculo.
Para o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, mesmo com a queda no custo do mantimento, se aproximando, inclusive, do valor averiguado no mesmo período do ano passado, alguns produtos mostram elevadas variações de preço. “O valor atual ainda superior no comparativo anual que pode estar atrelado às variações expressivas de alta na composição da cesta, com destaque para a batata (72,80%), o arroz (18,67%), o café (13,70%) e a banana (10,62%).
Agronegócio
Ex-diretor da Unimed Cuiabá e mais cinco viram réus por estelionato e lavagem de dinheiro na Justiça Federal
Decisão aponta indícios mínimos para abertura da ação penal; processo envolve suposto esquema com prejuízo milionário
O juiz federal Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus o ex-diretor da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, além de outras cinco pessoas ligadas à gestão da unidade.
Também passam a responder à ação penal Jaqueline Proença Larrea Mees, Eroaldo de Oliveira, Ana Paula Parizotto, Erikson Tesolini Viana e Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma.
Na decisão, assinada no dia 23, o magistrado considerou que a denúncia atende aos requisitos legais e apresenta indícios mínimos de autoria e materialidade, o que autoriza o início da ação penal.
Com o recebimento da denúncia, o caso deixa a fase de investigação e passa a tramitar como processo criminal. Os acusados serão citados para apresentar defesa.
Segundo o MPF, o grupo é suspeito de envolvimento em um esquema que teria causado prejuízos milionários por meio de fraudes e ocultação de valores.
O juiz também homologou o arquivamento parcial em relação a Tatiana Gracielle Bassan Leite, por ausência de provas. Já em relação a Suzana Palma, foi afastada a acusação de lavagem de dinheiro, permanecendo apenas o crime de estelionato.
Na mesma decisão, foi mantido o sigilo apenas sobre documentos bancários considerados sensíveis, enquanto o restante do processo passa a tramitar de forma pública.
O magistrado ainda negou a proposta de acordo de não persecução penal aos investigados, seguindo entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que a medida não exige notificação prévia.
Por fim, determinou o envio de ofício à Caixa Econômica Federal, que deverá apresentar informações no prazo de 45 dias, como parte das diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal.
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